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Vitaminas e antioxidantes

Ingestão de Vitamina D e Incidência de Esclerose Múltipla

12/04/2004



 

O efeito protetor da vitamina D sobre o risco de esclerose múltipla (EM) tem sido proposto, porém nenhum estudo prospectivo tem investigado esta hipótese.

A ingesta de vitamina D na dieta foi estudada em relação ao risco de EM em dois grandes Coortes de mulheres: o Nurses’ Health Study (NHS; 92.253 mulheres acompanhadas de 1980 a 2000) e o Nurses’ Health Study II (NHS II; 95.310 mulheres acompanhadas de 1991 a 2001). A dieta foi avaliada no início e atualizada a cada 4 anos. Durante o seguimento, 173 casos de EM com início dos sintomas após o começo da dieta foram confirmados.

O risco relativo (RR) agrupado e ajustado pela idade, comparando mulheres no mais alto quintil da ingesta total de vitamina D no início com aquelas no mais baixo quintil foi de 0.67 (95% IC = 0.40 a 1.12; p = 0.03). A ingesta suplementar de vitamina D esteve também inversamente associada ao risco de EM; o RR comparando mulheres com ingesta 400 IU/dia com mulheres sem ingesta de vitamina D suplementar foi de 0.59 (95% IC = 0.38 a 0.91; p = 0.006). Não foi encontrada associação entre vitamina D da alimentação e a incidência de EM.

Os autores concluíram que estes resultados confirmam um efeito protetor da ingesta de vitamina D sobre o risco de desenvolvimento de EM.

Uma resenha de Vitamin D intake and incidence of multiple sclerosis - Neurology

NEUROLOGY 2004;62:60-65
© 2004
American Academy of Neurology

Vitamin D intake and incidence of multiple sclerosis

K. L. Munger, MSc, S. M. Zhang, MD ScD, E. O’Reilly, MSc, M. A. Hernán, MD DrPH, M. J. Olek, DO, W. C. Willett, MD DrPH and A. Ascherio, MD DrPH

From the Departments of Nutrition (Drs. Willett and Ascherio, K.L. Munger and E. O’Reilly) and Epidemiology (Drs. Zhang, Hernán, Willett, and Ascherio), Harvard School of Public Health, and Division of Preventive Medicine (Dr. Zhang) and Channing Laboratory (Drs. Zhang, Willett, and Ascherio), Department of Medicine, Harvard Medical School and Brigham and Women’s Hospital, Boston, MA; and Multiple Sclerosis Center (Dr. Olek), Department of Neurology, University of California at Irvine.

Address correspondence and reprint requests to Ms. K.L. Munger, Department of Nutrition, Harvard School of Public Health, 665 Huntington Ave., Boston, MA 02115; e-mail: kgorham@hsph.harvard.edu

Background: A protective effect of vitamin D on risk of multiple sclerosis (MS) has been proposed, but no prospective studies have addressed this hypothesis.

Methods: Dietary vitamin D intake was examined directly in relation to risk of MS in two large cohorts of women: the Nurses’ Health Study (NHS; 92,253 women followed from 1980 to 2000) and Nurses’ Health Study II (NHS II; 95,310 women followed from 1991 to 2001). Diet was assessed at baseline and updated every 4 years thereafter. During the follow-up, 173 cases of MS with onset of symptoms after baseline were confirmed.

Results: The pooled age-adjusted relative risk (RR) comparing women in the highest quintile of total vitamin D intake at baseline with those in the lowest was 0.67 (95% CI = 0.40 to 1.12; p for trend = 0.03). Intake of vitamin D from supplements was also inversely associated with risk of MS; the RR comparing women with intake of >=400 IU/day with women with no supplemental vitamin D intake was 0.59 (95% CI = 0.38 to 0.91; p for trend = 0.006). No association was found between vitamin D from food and MS incidence.

Conclusion: These results support a protective effect of vitamin D intake on risk of developing MS.


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