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Tóxicos/Intoxicações

Anvisa quer mudança na composição química dos solventes para coibir uso como droga

08/05/2004
7/5/2004

Uma pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) aponta o solvente como a segunda droga mais usada entre a população de 12 a 65 anos de idade no Brasil, só perdendo para a maconha.

Produtos normalmente comercializados como, vernizes, gasolina, colas, esmaltes e thinners, contém solventes. Como tentativa de coibir o uso dessa substância como droga, principalmente entre crianças e adolescentes em situação de rua, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) propõe que sejam mudadas as composições químicas desses produtos.

A idéia da Anvisa é que os produtos, que podem ser inalados, não tenham, em sua formulação, nenhuma substância com característica neurotóxica. Além disso, a agência quer que seja incluído um componente que cause mau cheiro, sem efeito tóxico, para impedir a inalação.

Para Maria Fátima Sudbrack Olivier, coordenadora do Programa de Estudos e Atenção à Dependência Química (Prodequi), a iniciativa da Anvisa sozinha não resolve a questão. “O problema com os solventes é que não há controle”, diz a psicóloga. De acordo com ela, a venda é proibida para menores de idade da mesma forma que o cigarro ou a bebida, mas a lei não é cumprida. “Existe até um comércio específico desses produtos para menores que vivem nas ruas”, afirma.

De acordo com Palmira Eugênia Vanacôr, diretora da Escola de Meninos e Meninas de Rua, na capital federal, os menores em situação de rua usam muito solvente, mais que outras drogas, porque é fácil encontrar e é muito barato.
 
Agência Brasil


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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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