-
Esta página já teve 133.104.595 acessos - desde 16 maio de 2003. Média de 24.663 acessos diários
home | entre em contato
 

Álcool

Você é alcoólatra?

02/06/2004
 

De acordo com o psicólogo Itamar Moreira, o hábito de beber pode ser dividido em 7 categorias, a saber:

1 - Bebedor Social
2 - Bebedor Social Moderado
3 - Bebedor Social Excessivo
4 - Alcoólatra Social
5 - Alcoólatra Insocial
6 - Alcoólatra Insocial Crônico
7 - Alcoólatra Insocial Crônico-Grave

     Faça o Teste e descubra em qual Categoria de Alcoolismo você se enquadra. O Teste deve ser feito por quem ingere algum tipo de bebida alcoólica. Você poderá fazê-lo por outra pessoa (amigo(a), namorado(a), esposo(a), etc.).
     Marque com um X os quadros em que você (ou a outra pessoa) se enquadra. Ao terminar, localize na Tabela, no final do Teste, a Categoria em que você (ou a outra pessoa) se enquadra.

Vou responder o teste:

CONDIÇÃO
Não bebe no meio da semana, a não ser muito raramente.
Não tem a mínima dependência.
Tem preferência por bebidas finas (champagne, vinho, etc.).
Quando bebe, tem total autocontrole da quantidade de bebida que ingere.
Nunca fica bêbado ou mesmo de "fogo".
Bebe nos fins de semana, mas não em todos.
Bebe, sem exceção, em todos os fins de semana.
Com baixa freqüência, bebe no meio de semana.
Ingere somente bebidas fermentadas (cerveja e/ou chope).
Quando ingere bebida fermentada, não mistura com destilada, e vice-versa.
Sente vontade de beber, mas não é dependente.
Bebe para se descontrair socialmente.
Bebe quase todas as noites e em todos os fins de semana.
Em todo as noites em que bebe, bebe em excesso, mas não a ponto de ficar bêbado.
Tem preferência por bebida destilada, uísque principalmente.
Tem preferência por bebida fermentada (cerveja e/ou chope), mas não dispensa uma pinguinha.
Mistura bebida destilada com fermentada, e vice-versa
Só pára de beber quando está bem de "fogo".
Às vezes tem ressaca.
Mantém bebidas em casa para servir a si mesmo e aos amigos.
Sente vontade de beber, por isso bebe quase todos os dias e em todos os fins de semana.
Já arranja desculpas para beber.
Bebe, sem excessão, todas as noites e em todos os fins de semana durante longos períodos.
Tem preferência por bebidas destiladas, cachaça principalmente, mas não dispensa outros tipos de bebida.
Tem ressaca com muita freqüência.
Depois de várias doses, fica um sujeito muito implicante.
A bebida serve como sedativo, e não mais como estimulante.
Fica bêbado com freqüência, mas não chega a cair.
Quando dá uma paradinha de beber, o que é raro, nos dias seguintes sente um pouco de mal-estar e nervosismo.
Às vezes não se alimenta, pois, por estar embriagado, tem a sensação de estar alimentado.
Algumas vezes, ao se levantar, não se lembra de fatos da noite anterior.
Já faltou algumas vezes ao trabalho devido as ressacas.
Não aceita que falem que é um dependente de álcool.
Às vezes, ao levantar-se, bebe uma para rebater.
Apesar de tentar disfarçar, está sempre com cara de quem não dormiu bem.
O dia em que não bebe, o que é raro, tem síndrome de abstinência, ou seja: tremores nas mãos, mal-estar geral no corpo, sudorese, náuseas e ansiedade.
Já não tem mais autocontrole sobre a bebida.
Já provocou incidentes devido ao estado alcoólico, inclusive com envolvimento policial.
Briga com parentes e/ou agride a esposa(o) sem nenhum motivo aparente.
Todos os dias, logo ao se levantar, toma uma ou duas doses.
Os amigos já estão se afastando dele, pois ele é sempre muito inconveniente.
Já não cuida mais da saúde e da higiene como deveria.
A esposa(o) já pensa em largá-lo(a) definitivamente.
A família já está pensando em interná-lo para tratamento.
Afirma, categoricamente, que pára de beber no momento em que bem quiser, mas nunca pára.
Já caiu no bar e na rua devido ao excessivo estado de embriaguez.
Esconde bebidas em casa e no ambiente de trabalho.
Bebe durante o serviço, às escondidas.
Já foi dispensado do emprego anterior e é apático e faltoso em relação ao trabalho atual.
Quando não bebe, o que é raro, só consegue dormir sob efeito de sonífero, ou de calmante, ou de ansiolítico.
Esquece-se com freqüência o que fez na noite anterior.
Sente constantes dores abdominais e tem diarréias freqüentes.
Já foi internado para tratamento e desintoxicação.
Quando pára de beber, o que é raro, além da síndrome de abstinência, às vezes tem
delírium tremens, ou seja: alucinações e delírios seguidos de tremores..
Bebe a qualquer hora do dia ou da noite por meses e meses.
Por estar muito bêbado, várias vezes já o carregaram para casa por não agüentar ir caminhando.
Às vezes faz necessidades nas calças devido ao alto nível de embriaguez.
A esposa(o) já o(a) abandonou; e isto é mais um motivo para justificar "o por que bebe"
Todos seus amigos já se afastaram totalmente dele.
Mora com a mãe ou de favor com algum outro parente.
É desempregado; não consegue mais trabalho por incompetência e pela fama de alcoólatra.
É uma pessoa completamente ociosa devido ao alcoolismo.
Admite que tem muitos problemas e, por isso, bebe muito. Mas nunca admite que é alcoólatra e que seus problemas são provenientes do alcoolismo.
Seu rosto é inchado e de tonalidade avermelhada.
Os sintomas da síndrome de abstinência são tão violentos que, para aliviá-los, ele bebe qualquer coisa que contenha álcool como: loção após barba, perfume, álcool puro, desodorante, etc.
Sofre de depressões intensas quando não está alcoolizado.
Já fez terapias e/ou frequentou os AA e nada disso resolveu. Agora, a família quer que ele entre para uma Igreja Evangélica
Sofre de pancreatite alcóolica.
Tem seqüelas físicas devido a atropelamento e/ou outros acidentes oriundos do constante estado
de embriaguez.
"É um sujeito digno de pena. Um pobre coitado", dizem as pessoas. Mas, ele acha que nada disso tem a ver com o álcool.
Já está com cirrose hepática e/ou diabetes.
É uma pessoa muito debilitada psicológica e fisicamente.
Os médicos já constataram também: cardiopatia alcoólica e hipertensão arterial.
Aposentou-se por invalidez devido às doenças provenientes do alcoolismo.
É totalmente impotente para quase tudo na vida.
A família acha que o melhor é ele morrer, pois assim não sofrerá mais e trará alívio a todos.
Não existem mais possibilidades de cura em qualquer área médica ou psicológica. O álcool é forte
demais e ele fraco demais.


  

www.alcoolismo.com.br

 


IMPORTANTE

  •  Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
  • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.
Publicado por: Dra. Shirley de Campos
versão para impressão

Desenvolvido por: Idelco Ltda.
© Copyright 2003 Dra. Shirley de Campos