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Laser

Laser em ginecologia

13/06/2004
 Tratamento
Atualmente, o tratamento com uso do Laser em ginecologia está muito difundido e é usado para queimar e destrui lesões pela infecção do HPV, distrofias, câncer do colo de útero, lesões na vulva, tumores benignos e lesões pré-câncer.
A possibilidade de visualizar a lesão e aprofundar até sua base torna esse método muito eficaz em relação aos outros e a cicatrização em geral é muito boa, fazendo com que não se percebe onde foi feito o tratameno.

Prevenções, Crenças e Dicas
Cuidados:
* Algumas doenças são transmitidas pelo contato com obejetos, como toalhas e sabonetes.
* Muitas doenças são transmitidas por relações sexuais, deve-se sempre usar algum método de prevenção (camisinha) e estar fazendo exames ginecológicos constantemente.
* A qualquer sinal de coceira, irritação, corrimento excessivo, consultar um médico.

Existem alguns fatores que determinam o surgimento do câncer: estado imunológico (resistência), estado nutricional, fumo, higiene, troca de parceiros, fatores hormonais, dietéticos, infecção concomitante, mutações celulares espontâneas.
É muito importante para a prevenção do câncer de colo uterino a realização ao menos uma vez por ano de um exame ginecológico completo, e do Papanicolau ( com uma espátula, retira-se material para análise). São exames simples e indolores.

INFECÇÃO PELO HPV
Esta é uma moléstia que vem atingindo proporções de uma epidemia nos últimos tempos. É uma infecção causada por um vírus: o papilomavírus humano, podendo afetar toda a região genital tanto no homem quanto na mulher, assim como se localizar em outros órgãos, como nariz, garganta, região perianal, etc.

Seus sintomas são: sensação de queimação, coceira, pinicação, dor às relações.
A transmissão pode ocorrer em 90% dos casos através de relações sexuais, mas também por contato com objetos contaminados (toalha, sabonetes...). A transmissão da mãe gestante para o filho também pode ocorrer durente o parto. Ou seja, de uma pessoas contaminada para outra de forma direta ou não.
Esta doença leva para aparecer, entre 2 a 3 meses em média, mas exixtem relatos de um provável contato anos antes do surgimento da doença. Pode ser perigosa, principalmente se o tipo de HPV for de alto risco para câncer ( cerca de 1% evolui para o câncer).

A utilização do Laser para o tratamento propicia uma cicatrização melhor, mais rápida. A possibilidade de se visualizar a lesão e aprofundar até sua base, torna este método muito eficaz em relação aos outros. Ele pode ser usado repetidamente e utiliza-se pomadas e anestésicos locais para diminuir o desconforto.
Seu uso é indicado na infecção pelo HPV como tratamento inicial, nas lesões recidivantes, resistentes ao tratamento convencional, quando associado às lesões pré-cancêr.
Em 80% dos casos não é preciso mais de uma aplicação. O Laser é em geral realizado com o auxílio do colposcópio, que possibilita uma visualização ampliada das microlesões, e o médico pode tratar com isso, todas as lesões.

LASER NO TRATAMENTO DO CÂNCER DE COLO DE ÚTERO
O câncer de colo de útero é a doença mais incidente na mulher brasileira. Atinge todas as idades e os sintomas são de um corrimento constante de cor amarelada, às vezes esverdeada, acompanhando ou não de mau cheiro. Na sua forma inicial como lesão pré-câncer quase não há sintomas. É muito importante para a prevenção do câncer de colo uterino a realização ao menos uma vez por ano de um exame ginicológico completo e do Papanicolau, um exame simples e indolor.
Se o exame de Papanicolau for positivo, a seqüencia é a realização de uma colposcopia: o médico utiliza um aparelho que aumenta a imagem, identificando as lesões e fazendo a biopsia, que é indolor. A partir daí, inicia-se o tratamento.
Para as lesões iniciais basta uma cauterização, que pode ser realizada no próprio consultório.
Hoje em dia, já se faz a conização com alça de alta frequencia ou com Laser, sem necessidade de internação.

A vantagem de se utilizar o Laser reside no fato de que além dele ser feito com o auxílio do colposcópio, pode se identificar as margens da lesão. Após a retirada do colo do útero,as margens são também tratadas. A sua eficácia chega a 98%.
A cicatrização da conização com Laser chega a seu muito boa, fazendo com que não se perceba onde foi feito o tratamento.

LASER NAS LESÕES DA VULVA
A vulva é a área da região genital da mulher mais externa e sujeita a traumatismos. Pode apresentar alterações nem sempre percebidas.
O sintoma mais comum, e inicial de muitas doenças é a coceira, que pode indicar uma inflamação, infecção pelo papilomavírus, infecção por fungos (candidíase), doenças da pele, alterações próprias da pele da região como o líquen, distrofias, lesões pré-câncer, até o câncer.
A dor surge quando tem uma infecção por herpes, inflamação e/ou infecção mais importante, no câncer inicial e avançado.

Alguns sinais podem ser encontrados na região da vulva: alterações de coloração da pele,da textura, áreas de endurecimento, pequenas tumorações, verrugas, úlceras.
Ao aparecimento do sintoma deve-se proceder a uma avaliação ginecológica. O exame de vulvoscopia é muito importante para se obter o diagnóstico correto.
Este exame é relizado com o auxílio de um colposcópio que aumenta as imagens, podendo detalhar as lesões.
Identificada, faz-se uma biópsia com anestesia local.
Cada doença tem um tratamento específico. Aquelas que se beneficiam com o tratamento a Laser são: distrofias, infecções pelo HPV, tumores benignos, lesões pré-cancêr.
Também pode utilizar o Laser quando os pequenos lábios da vulva crescem desproporcionalmente, incomodando a paciente.
A cicatrização de modo geral é muito boa. Muitas vezes não deixa marcas que possam identificar o local do tratamento.

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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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