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Clínica médica/Intensiva/Enfermagem

Saúde ao Alcance de Todos: Estudo Qualitativo da Experiência dos Médicos com Computadores Portáteis na Prática Clínica

16/06/2004


 

Em um artigo publicado recentemente na British Medical Journal, os autores avaliaram as opiniões dos médicos sobre as experiências com computadores de mão na prática clínica.

Foi feito um estudo qualitativo com oito grupos formados por médicos de práticas e formações diversas. Seis locais de prática nos Estados Unidos foram organizados em um encontro nacional de médicos não especialistas. Participaram do estudo 53 médicos que faziam ou não uso de computadores portáteis.

Os médicos que utilizavam computadores portáteis na prática clínica geralmente pareciam satisfeitos com estes aparelhos e demonstravam diversas formas de uso. Os usuários percebiam que os aparelhos ajudavam a aumentar a produtividade e o melhor cuidado com o paciente. As dificuldades de uso associavam-se ao próprio aparelho e ao usuário bem como a dificuldades de entendimento tais como conforto com tecnologia, preferência por um assunto e a impressão de que os aparelhos não são fáceis de utilizar em situações em que se deseja esclarecer uma dúvida.

Os participantes sugeriram que as organizações pudessem auxiliar a venda destes aparelhos pelo fornecimento de conselhos na compra, na utilização, na informação e apoio ao usuário. Os participantes mostraram preocupação com a confiabilidade e segurança do aparelho, no entanto, estavam mais preocupados com a dependência do aparelho e a confiança excessiva nas informações como um substituto do ensinamento clínico.

De acordo com o estudo, os médicos esperam que os computadores portáteis se tornem mais úteis e a maioria parece estar interessada no investimento do seu uso. Oportunidades fundamentais com os computadores portáteis incluíram o seu uso como um passo fundamental para promover conforto aos médicos com tecnologia de informação e iniciativas de saúde ao alcance de todos (ehealth) e fornecer subsídios que ajudem a melhorar o cuidado ao paciente.

Doctors' experience with handheld computers in clinical practice: qualitative study - British Medical Journal - 2004;328:1162

BMJ  2004;328:1162 (15 May), doi:10.1136/bmj.328.7449.1162
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Paper

Doctors' experience with handheld computers in clinical practice: qualitative study

Ann Scheck McAlearney, assistant professor1, Sharon B Schweikhart, associate professor1, Mitchell A Medow, assistant professor of clinical medicine2

1 Division of Health Services Management and Policy, Ohio State University, School of Public Health, 1583 Perry Street, Atwell 246, Columbus, OH 43210-1234, USA, 2 Division of General Internal Medicine, Ohio State University College of Medicine and Public Health, Columbus, OH 43210, USA

Correspondence to: A S McAlearney mcalearney.1@osu.edu

Objective To examine doctors' perspectives about their experiences with handheld computers in clinical practice.

Design Qualitative study of eight focus groups consisting of doctors with diverse training and practice patterns.

Setting Six practice settings across the United States and two additional focus group sessions held at a national meeting of general internists.

Participants 54 doctors who did or did not use handheld computers.

Results Doctors who used handheld computers in clinical practice seemed generally satisfied with them and reported diverse patterns of use. Users perceived that the devices helped them increase productivity and improve patient care. Barriers to use concerned the device itself and personal and perceptual constraints, with perceptual factors such as comfort with technology, preference for paper, and the impression that the devices are not easy to use somewhat difficult to overcome. Participants suggested that organisations can help promote handheld computers by providing advice on purchase, usage, training, and user support. Participants expressed concern about reliability and security of the device but were particularly concerned about dependency on the device and over-reliance as a substitute for clinical thinking.

Conclusions Doctors expect handheld computers to become more useful, and most seem interested in leveraging (getting the most value from) their use. Key opportunities with handheld computers included their use as a stepping stone to build doctors' comfort with other information technology and ehealth initiatives and providing point of care support that helps improve patient care.



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