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Notícias da Dra. Shirley

Ministério da Saúde investe R$ 57 mi em pesquisa para o SUS

02/09/2004



Depto. de C&T da pasta vai incentivar pesquisadores de todo o país a buscar novos métodos, alternativas e soluções de ponta para os problemas de saúde da população brasileira

No dia 9 de setembro, os ministros da Saúde, Humberto Costa, e da C&T, Eduardo Campos, apresentam os programas previstos por ambos os ministérios neste sentido.

‘A cada ano, novas e modernas técnicas de identificação, controle, prevenção e tratamento de doenças e epidemias são desenvolvidas nos mais diversos centros brasileiros de pesquisa.’, comenta o diretor do Decit, Reinaldo Guimarães.

Ele esclarece, porém, que o desenvolvimento de grandes projetos em áreas prioritárias ainda ocorre de maneira desigual nas regiões do país. ‘Isso deixa, algumas vezes, problemas imediatos ou urgentes para a qualidade de vida de grande parte da população brasileira sem solução’, alerta.

A cooperação entre os ministérios da Saúde e da C&T vão modificar esse cenário. Dois projetos se destacam na parceria: o Pesquisa para o SUS e o Inovação para o SUS. Ambos já iniciaram o lançamento de editais para novos projetos de pesquisa.

Pesquisa para o SUS – O edital do Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde destina R$ 500 mil para financiar, pelo menos, dez projetos de pesquisa que contribuam para a compreensão e a busca de soluções dos problemas de saúde da Amazônia Legal.

As inscrições fecham em 20/8. Instituições de pesquisa em saúde dos estados do Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins apresentaram 30 projetos.

A escolha da Amazônia Legal como ponto de partida do projeto deve-se à constatação de que, historicamente, os estados da região têm indicadores socioeconômicos e de desenvolvimento científico e tecnológico abaixo da média nacional.

Ao incentivar a pesquisa na Amazônia, o governo também pretende reduzir a disparidade entre as regiões do país em relação aos recursos públicos para ciência e tecnologia e reforçar, no âmbito do fomento à pesquisa, o princípio da equidade (distribuição igualitária de recursos) previsto para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Outras características importantes do projeto pretendem garantir o fortalecimento do SUS por meio da produção de conhecimentos e tecnologias. Uma delas é a participação, em todas as etapas decisórias, dos gestores estaduais de saúde.

A outra diz respeito à seleção de projetos, que será baseada na Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde, permitindo o desenvolvimento científico e tecnológico em saúde voltado para as necessidades reais da população.

Inovação para o SUS - O objetivo do projeto Inovação para o SUS é incentivar a pesquisa de ponta em projetos inovadores que tenham aplicabilidade ao SUS.

Duas grandes ações, também envolvendo as pastas da Saúde e da Ciência e Tecnologia, já estão em andamento: a Rede Tuberculose e o Esforço Nacional de Pesquisa em Dengue. Os dois projetos buscam respostas às doenças. No caso da dengue, é uma resposta a recentes epidemias.

Dois outros projetos também já estão em fase de lançamento de editais: o primeiro, para incentivar a pesquisa sobre ações voltadas para a alimentação e nutrição e, assim, melhorar as condições de saúde da população. O segundo, para incentivar a pesquisa sobre questões ligadas à violência, acidentes e traumas.

O objetivo é tentar descobrir meios de reduzir e controlar uma das maiores causas de morte entre a população jovem brasileira.

Outros projetos estão em fase de contratação, como:

- Projeto Inovacinas - reunindo instituições públicas como Biomanguinhos, Butantã e TecPar para desenvolver e produzir vacinas consideradas prioritárias pelo SUS;

- Criação do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos da Universidade Federal do Ceará;

- Desenvolvimento e validação de novos métodos para diagnóstico de tuberculose e hepatite C - parceria que reúne a Universidade Federal do RJ, Biomanguinhos e Fiocruz;

- Aplicação de complexos de metais de transição no tratamento de tuberculose - em parceria com a Universidade Católica de Porto Alegre

- Desenvolvimento de metodologia NAT para detecção de carga viral para serviços de hemoterapia - em parceria com a Biomanguinhos;

- Produção de anticorpos monoclonais para uso médico - Hemocentro de Botucatu (SP);

- E estudo diagnóstico da situação de centros de terapia intensiva no Brasil - com a Universidade Federal de Minas Gerais

- Estudo multicêntrico randomizado de terapia celular em cardiologia - em parceria com o Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeiras (RJ);

- Monitorização dos defeitos congênitos para avaliar o impacto da fortificação das farinhas de trigo e milho com o ácido fólico - em parceria com a Unicamp.

Assessoria de comunicação do Ministério da Saúde


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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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