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Imunologia/Imunidade

Imunoglobulina Intravenosa para Infecções Severas: uma Visão de Especialistas Canadenses

29/09/2004

 

Este estudo, recentemente publicado no Journal of Critical Care, foi realizado com o objetivo de avaliar as opiniões de especialistas canadenses em medicina intensiva e doença infecciosa sobre o uso de imunoglobulina intravenosa (IGIV) para o tratamento de infecções severas.

 

Uma avaliação transversal baseada em cenários de especialistas canadenses em medicina intensiva e doença infecciosa foi conduzida de março a junho de 2003.

 

A taxa de resposta foi de 291/487 (60%). Os indivíduos que responderam eram principalmente medicos treinados e a maioria (241/291; 83%) era praticante em grandes centros de referência acadêmica. Os médicos relataram que utilizariam IGIV em pacientes com síndrome do choque tóxico estreptocócico (SCTE; 218/288; 76%), fasceíte necrotizante (FN) estreptocócica sem SCTE (143/286; 50%), síndrome do choque tóxico estafilocócico (75/288; 26%), infecção de partes moles estreptocócica sem FN ou SCTE (31/286; 11%) e choque séptico devido ao foco intra-abdominal (9/283; 3%).

 

A maioria dos que responderam (67%) julgou que seria ético randomizar os pacientes para IGIV ou placebo em um estudo clínico em cada um dos cinco cenários. Um terço (192/286) relatou que não seria ético randomizar os pacientes com SCTE. Os especialistas canadenses geralmente relataram serem favoráveis ao uso de IGIV para tratar SCTE e FN, mas menos comumente endossaram este tratamento para outras infecções. 

 

Os autores do estudo concluíram que a opinião dos especialistas envolvendo a eficácia da imunoglobulina intravenosa poderia objetar mas não impedir a conduta de futuros estudos controlados com placebo de infecções estreptocócicas severas no Canadá.

 Intravenous immunoglobulin for severe infections: a survey of Canadian specialists - Journal of Critical Care; 2004; 19 (2): 75-81

Intravenous immunoglobulin for severe infections: a survey of Canadian specialists

Kevin B. Laupland a,b,c * [MEDLINE LOOKUP]
Paul Boucher a [MEDLINE LOOKUP]
Coleman Rotstein e [MEDLINE LOOKUP]
Deborah J. Cook e [MEDLINE LOOKUP]
Christopher J. Doig a,b,d [MEDLINE LOOKUP]
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Purpose: To survey the opinions of Canadian critical care medicine and infectious disease specialists about the use of intravenous immunoglobulin (IVIG) for the treatment of severe infections.

Materials and methods: A scenario-based, cross-sectional survey of Canadian critical care medicine and infectious disease specialists was conducted from March to June 2003.

Results: The response rate was 291/487 (60%). Respondents were primarily medically trained and most (241/291; 83%) were practicing in large academic referral centers. Physicians reported that they would use IVIG in patients with streptococcal toxic shock syndrome (STSS; 218/288; 76%), streptococcal necrotizing fasciitis without STSS (143/286; 50%), staphylococcal toxic shock syndrome (75/288; 26%), streptococcal soft tissue infection without NF or STSS (31/286; 11%), and septic shock due to intra-abdominal focus (9/283; 3%). The majority (67%) of respondents believed that it would be ethical to randomize patients to IVIG or placebo in a clinical trial in each of the five scenarios. One third (192/286) reported that it would not be ethical to randomize patients with STSS. Canadian specialists commonly report favoring the use of IVIG to treat STSS and necrotizing fasciitis but less commonly endorse this treatment for other infections.

Conclusion: Specialist’s beliefs surrounding the efficacy of IVIG would challenge but not preclude the conduct of future placebo controlled trials of severe streptococcal infections in Canada.


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