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Imunologia/Imunidade

Imunologia da psoríase-resumo

15/10/2004

Com base na eficácia clínica das terapêuticas experimentais que direcionam seletivamente os linfócitos T, inclusive DAB389IL-2 e a proteína de fusão CTLA4Ig, os linfócitos T ativados tornaram-se o principal foco para novas terapias na psoríase. No entanto, para conceitualizar a base científica para novas terapêuticas imunodirecionadas, é necessário entender a reação inflamatória mediada por linfócitos T como cascata de ativação em múltiplas etapas, na qual a ativação seqüencial das células de Langerhans e linfócitos T não-expostos a antígenos gera subgrupos de linfócitos T de memória que residem especificamente na pele inflamada. Depois de sair das vênulas cutâneas, os linfócitos Th1 e Tc1 na pele orquestram a reação inflamatória pela ativação de vias de citocinas e de quimiocinas que, seqüencialmente, amplificam as respostas imunes celulares. O fenótipo clínico da psoríase é, por sua vez, dependente de hiperplasia epidérmica e de alterações vasculares que decorrem de inflamação crônica mediada por linfócitos T no interior do compartimento cutâneo. Esta revisão explica pontos de controle moleculares e celulares na geração de imunidade celular e os modos pelos quais mais de 20 novas terapêuticas biológicas em teste na psoríase direcionam essas vias.

J Am Acad Dermatol 2002; 46:1-23


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