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Notícias da Dra. Shirley

Minas deverá ter Centro de Tecidos no próximo ano

31/10/2004

 

A doação de tecidos - ossos, pele e tendões - passará a ser uma realidade no Estado com a criação do Centro de Tecidos Biológicos de Minas Gerais (Cetebio). Hoje, calcula-se que aproximadamente quatro mil pessoas necessitam de um desses tecidos para ter um tratamento ortopédico ou oncológico mais completo e, conseqüentemente, melhor qualidade de vida. A expectativa é de que, até meados do próximo ano, o Cetebio já esteja em funcionamento. Um passo importante para sua consolidação será dado com a implantação do primeiro banco de cordão umbilical público em Minas Gerais, que vai funcionar nas dependências do Hospital das Clínicas da UFMG, já no próximo semestre. Além do HC, também é parceira da Hemominas a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).
A presidente da Fundação Hemominas, a hematologista Anna Bárbara Proietti, afirma que, na mesma área, funcionará o Cetebio. Atualmente, as atenções estão voltadas para o banco de cordão umbilical que integra a Rede Pública de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (Brasilcord) do Ministério da Saúde, em que fazem parte outros nove centros, distribuídos em Belém, Brasília, Campinas, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e São Paulo.
O objetivo do Ministério, conforme Anna Bárbara, é coletar amostras de sangue de cordão umbilical capazes de representar toda a diversidade étnica brasileira. A principal utilização do material é no tratamento de doenças oncohematológicas, sendo que a principal é a leucemia. “As chances de achar compatibilidade no banco de sangue de cordão umbilical é muito maior do que no banco de doador adulto de medula óssea, porque as células são primitivas, ou seja, menos diferenciadas', afirma a médica.
Com o funcionamento do banco, mães que derem à luz em maternidades da rede Fhemig, credenciadas pela Hemominas, poderão fazer a doação do sangue de cordão umbilical e da placenta. O material ficará armazenado por tempo indeterminado, até que seja identificado um receptor compatível. A doação é anônima. A capacidade máxima de estoque será de cinco mil cordões congelados. Todo procedimento será feito sem qualquer custo.
A equipe que vai trabalhar no banco público - um médico, um bioquímico e dois técnicos - será treinada ainda neste ano no Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro. A Fundação Hemominas aguarda a liberação de R$ 1,5 milhão do Ministério da Saúde para a reforma e compra de equipamentos.

Hoje em Dia – 26/10/2004


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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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