Vitaminas e antioxidantes -
Esta página já teve 132.550.037 acessos - desde 16 maio de 2003. Média de 24.702 acessos diários
home | entre em contato
 

Vitaminas e antioxidantes

Ingesta Aumentada de Vitamina D e de Cálcio Associa-se a Diminuições das Densidades Mamárias e Possível Redução do Risco de Câncer de Mama

27/11/2004



 

Pesquisadores canadenses publicaram, recentemente, no Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention, um estudo em que avaliaram a relação existente entre ingesta dietética de vitamina D e de cálcio e densidades mamárias à mamografia, um dos principais fatores de risco para câncer de mama.

 

Pacientes com idades entre 40 e 60 anos, com mamografia prévia de rastreamento para câncer de mama realizada em Rhode Island e Massachussets em 1989 e 1990, foram incluídas no estudo. A dieta foi avaliada através de questionário sobre a alimentação semiquantitativa, e a porcentagem de mamas apresentando densidades foi estimada visualmente por um único observador, sem dispor de informações sobre as pacientes.

 

À análise multivariada e regressão logística, comparou-se a ingestão de vitamina D e de cálcio entre pacientes classificadas como portadoras de poucas densidades mamárias (até 30% da mama com densidades, n=287) e densidades extensas (70% da mama com densidades, n=256). Para categorias de aumento da ingesta de vitamina D (<50, 50-99, 100-199, e 200 UI/dia), odds ratios ajustados (OR) para densidades extensas foram iguais a 1,00 (referência), 0,51, 0,37 e 0,24, respectivamente (p para tendência linear = 0,0005). Para categorias de aumento da ingesta de cálcio (<500, 500-749, 750-999, e 1000 mg/dia), ORs ajustados foram iguais a 1,00 (referência), 0,63, 0,25 e 0,24, respectivamente (p para tendência linear = 0,0006). Combinação de alta ingesta de vitamina D e de cálcio (100 UI/dia e 750 mg/dia, respectivamente) associou-se à redução das densidades mamárias (OR = 0,28; IC95% = 0,15 – 0,54), comparado à combinação de ingesta inferior a 100 UI/dia e 750 mg/dia.

 

Portanto, os pesquisadores concluíram que ingesta aumentada de vitamina D e de cálcio associa-se à diminuição das densidades mamárias e possível redução do risco de câncer de mama.

Vitamin D, Calcium, and Mammographic Breast Densities - Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention; 2004; 13: 1466-1472

Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention Vol. 13, 1466-1472, September 2004
© 2004 American Association for Cancer Research

Vitamin D, Calcium, and Mammographic Breast Densities

Sylvie Bérubé1,2, Caroline Diorio1, Wendy Verhoek-Oftedahl3 and Jacques Brisson1,2

1 Unité de recherche en santé des populations and 2 Centre des maladies du sein Deschênes-Fabia, Centre hospitalier affilié universitaire de Québec, Quebec City, Quebec, Canada and 3 Brown University, Providence, Rhode Island

Requests for reprints: Jacques Brisson, Unité de recherche en santé des populations, Centre hospitalier affilié universitaire de Québec, Pavillon Saint-Sacrement, 1050 Chemin Sainte-Foy, Quebec City, Quebec, Canada G1S 4L8. Phone: 418-682-7392; Fax: 418-682-7949. E-mail: jacques.brisson@uresp.ulaval.ca

Vitamin D and calcium are being evaluated as potential breast cancer prevention agents. This study reports on the relation of dietary vitamin D and calcium to mammographic breast densities, one of the strongest breast cancer risk factors. Participants were women ages 40 to 60 years who had had a screening mammogram in Rhode Island and eastern Massachusetts (1989–1990). Diet was assessed by semiquantitative food frequency questionnaire, and the percentage of the breast showing densities was estimated visually by a single observer without information on subjects. Multivariate logistic regression was used to compare dietary intakes of vitamin D and calcium between women classified as having few densities (≤30% of the breast with density, n = 287) and extensive densities (≥70% of the breast with density, n = 256). For categories of increasing vitamin D intake (<50, 50–99, 100–199, and ≥200 IU/d), adjusted odds ratios (OR) for extensive densities were 1.00 (reference), 0.51, 0.37, and 0.24, respectively (P for trend = 0.0005). For increasing calcium intake (<500, 500–749, 750–999, and ≥1,000 mg/d), adjusted ORs were 1.00 (reference), 0.63, 0.25, and 0.24, respectively (P for trend = 0.0006). Combination of higher intakes of vitamin D and calcium (≥100 IU/d and ≥750 mg/d, respectively) were associated with a reduction of breast densities (OR, 0.28; 95% confidence interval, 0.15–0.54) compared with those consuming <100 IU/d and <750 mg/d. Increases in vitamin D and calcium intakes were associated with decreases in breast densities, suggesting that dietary vitamin D and calcium could reduce breast cancer risk possibly through influences on breast tissue morphology.



IMPORTANTE

  •  Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
  • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.
Publicado por: Dra. Shirley de Campos
versão para impressão

Desenvolvido por: Idelco Ltda.
© Copyright 2003 Dra. Shirley de Campos