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Álcool

Alcoolismo

09/01/2005

A aceitação social, a falta de prevenção e as publicidades enganosas são as principais fontes que explicam o porquê da quantidade de pessoas que abusam do álcool. A falta de conscientização e desconhecimento dos efeitos de ingerir álcool de forma descontrolada, leva a que muitos jovens e mulheres grávidas se transformem em um grupo de risco, susceptíveis de cair nas redes da doença do alcoolismo. A isto tudo podemos somar o vazio que gira em torno das pessoas que sofrem desta doença. O problema com os jovens, e sobretudo com os adolescentes, é o alto grau de violência que o excesso de álcool ocasiona neles, assim como também a quantidade de acidentes de transito que se produzem quando eles se encontram em tal grau de alteração. Às vezes costuma acontecer, também, que um adolescente beba até chegar a limites perigosos simplesmente para fazer graça com o grupo de amigos. No caso das mulheres em período de gestação, o abuso de álcool nas primeiras semanas de gravidez pode produzir uma formação defeituosa no crânio, no rosto e deficiência mental no feto. É por causa disso que normalmente se aconselha às gravidas que a se absterem de beber durante os primeiros três meses de gravidez, e que depois, se tiver vontade de beber, que o faça com moderação. Como normalmente a mulher fica sabendo do seu estado de gravidez após a concepção, é muito perigoso que ela beba em demasia. Um outro grupo de risco são os desempregados e aqueles trabalhadores denominados "não qualificados", pois eles se dedicam ao consumo de bebida alcoólica em excesso como conseqüência das condições sociais nas que estão obrigados a viver. Existem dois fatores importantíssimos que alimentam o consumo de álcool: a legislação e a marginalidade. Foi comprovado que a proibição do álcool faz crescer com maior rapidez o consumo da bebida. Basta pegarmos o exemplo da famosa "lei seca", dos Estados Unidos da América do Norte, onde as máfias criaram um mercado negro das bebidas proibidas, e as pessoas passaram a consumir muito mais do que antes. O segundo fator encontra o seu componente mais forte na pobreza. O álcool é uma droga a mais, e em alguns casos, é muito mais fácil de ser conseguido do que outros elementos nocivos para a saúde. Por causa disso, algumas pessoas marginalizadas, de classes humildes e de baixos recursos intelectuais e culturais, tentam esquecer os seus problemas e prejuízos sociais na bebida, que resulta muito mais barata e fácil de conseguir que outro tipo de droga. Alguns dos sinais que poderiam alertar alguém da presença de problemas com a bebida alcoólica

  1. A pessoa bebe para relaxar e se esquecer dos problemas que a preocupam e atormentam;
  2. A pessoa se refugia na bebida diante de brigas com amigos, pais e outras pessoas;
  3. A pessoa bebe sozinha, sem companhia;
  4. A pessoa começa a beber logo de manhã, antes de ir para a escola ou para o trabalho;
  5. A pessoa mente quando alguém lhe pergunta quanto bebe por dia;
  6. A pessoa acha que beber muito é sinal de poder, e se acha "o bom" porque bebe mais do que qualquer um;
  7. A pessoa fica bêbada cada vez que coloca uma gota de álcool na boca, mesmo sem querer tomar demais e ficar alcoolizada.
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