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Meio Ambiente/Ecologia

Caspa, proteínas e células mortas contaminam o ambiente

04/04/2005
As partículas de pele (como a caspa e as células mortas), as bactérias e o pólen são fatores de contaminação muito mais importantes do que se pensava, revelou um estudo divulgado nesta quinta-feira pela revista Science.

Esses elementos fazem parte dos chamados "aerossóis", que desempenham um papel crucial no clima do planeta, afirma o estudo realizado pelo cientista Ruprecht Jaenicke, do Instituto para a Física da Atmosfera da Universidade de Mainz, na Alemanha.

Até agora se pensava que os elementos causadores da contaminação atmosférica eram, com exclusão de quase todos os demais, a fumaça das fábricas, os gases provenientes da queima de combustível de automóveis e as cinzas.

Segundo os especialistas, também o pó, o sal e fenômenos geológicos, como as erupções, podem produzir "aerossóis".

Mas não se sabia que os corpos dos seres humanos e os de outros animais que habitam o planeta pudessem ser parte importante da contaminação atmosférica, que, em última instância, incide em seu futuro climático.

No entanto, após recolher "aerossóis" em diferentes ambientes e em diferentes estações do ano, Jaenicke descobriu que cerca de 25% de suas mostras estavam compostas por elementos que não tinham sido considerados importantes.

Entre eles, o cientista identificou partículas de pele de animais, caspa e células mortas, fragmentos de plantas, pólen, esporos, bactérias, algas, vírus e cristais de proteínas.

Segundo Jaenicke, a importância dessas partículas celulares poderia ser muito grande como fator de influência nas condições climáticas.

Como exemplo, citou o caso do pólen, que atrai a umidade e poderia ser um catalisador ou núcleo na condensação de nuvens.

Por outro lado, outras partículas biológicas, como os restos de plantas, as bactérias e o plâncton marinho são excelentes núcleos na formação de gelo.

Esses núcleos desencadeiam as precipitações pluviais e, portanto, eliminam a água da atmosfera, explicou o cientista. EFE

ar moWashington, 31 mar (EFE).- As partículas de pele (como a caspa e as células mortas), as bactérias e o pólen são fatores de contaminação muito mais importantes do que se pensava, revelou um estudo divulgado nesta quinta-feira pela revista Science.

Esses elementos fazem parte dos chamados "aerossóis", que desempenham um papel crucial no clima do planeta, afirma o estudo realizado pelo cientista Ruprecht Jaenicke, do Instituto para a Física da Atmosfera da Universidade de Mainz, na Alemanha.

Até agora se pensava que os elementos causadores da contaminação atmosférica eram, com exclusão de quase todos os demais, a fumaça das fábricas, os gases provenientes da queima de combustível de automóveis e as cinzas.

Segundo os especialistas, também o pó, o sal e fenômenos geológicos, como as erupções, podem produzir "aerossóis".

Mas não se sabia que os corpos dos seres humanos e os de outros animais que habitam o planeta pudessem ser parte importante da contaminação atmosférica, que, em última instância, incide em seu futuro climático.

No entanto, após recolher "aerossóis" em diferentes ambientes e em diferentes estações do ano, Jaenicke descobriu que cerca de 25% de suas mostras estavam compostas por elementos que não tinham sido considerados importantes.

Entre eles, o cientista identificou partículas de pele de animais, caspa e células mortas, fragmentos de plantas, pólen, esporos, bactérias, algas, vírus e cristais de proteínas.

Segundo Jaenicke, a importância dessas partículas celulares poderia ser muito grande como fator de influência nas condições climáticas.

Como exemplo, citou o caso do pólen, que atrai a umidade e poderia ser um catalisador ou núcleo na condensação de nuvens.

Por outro lado, outras partículas biológicas, como os restos de plantas, as bactérias e o plâncton marinho são excelentes núcleos na formação de gelo.

Esses núcleos desencadeiam as precipitações pluviais e, portanto, eliminam a água da atmosfera, explicou o cientista. EFE

ar moWashington, 31 mar (EFE).- As partículas de pele (como a caspa e as células mortas), as bactérias e o pólen são fatores de contaminação muito mais importantes do que se pensava, revelou um estudo divulgado nesta quinta-feira pela revista Science.

Esses elementos fazem parte dos chamados "aerossóis", que desempenham um papel crucial no clima do planeta, afirma o estudo realizado pelo cientista Ruprecht Jaenicke, do Instituto para a Física da Atmosfera da Universidade de Mainz, na Alemanha.

Até agora se pensava que os elementos causadores da contaminação atmosférica eram, com exclusão de quase todos os demais, a fumaça das fábricas, os gases provenientes da queima de combustível de automóveis e as cinzas.

Segundo os especialistas, também o pó, o sal e fenômenos geológicos, como as erupções, podem produzir "aerossóis".

Mas não se sabia que os corpos dos seres humanos e os de outros animais que habitam o planeta pudessem ser parte importante da contaminação atmosférica, que, em última instância, incide em seu futuro climático.

No entanto, após recolher "aerossóis" em diferentes ambientes e em diferentes estações do ano, Jaenicke descobriu que cerca de 25% de suas mostras estavam compostas por elementos que não tinham sido considerados importantes.

Entre eles, o cientista identificou partículas de pele de animais, caspa e células mortas, fragmentos de plantas, pólen, esporos, bactérias, algas, vírus e cristais de proteínas.

Segundo Jaenicke, a importância dessas partículas celulares poderia ser muito grande como fator de influência nas condições climáticas.

Como exemplo, citou o caso do pólen, que atrai a umidade e poderia ser um catalisador ou núcleo na condensação de nuvens.

Por outro lado, outras partículas biológicas, como os restos de plantas, as bactérias e o plâncton marinho são excelentes núcleos na formação de gelo.

Esses núcleos desencadeiam as precipitações pluviais e, portanto, eliminam a água da atmosfera, explicou o cientista.

EFE


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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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