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Cirurgia Plástica

Lesões de Tecidos Moles Faciais como um Auxílio para a Requisição de uma Combinação de Tomografia Computadorizada de Crânio e Face em Pacientes Trauma

03/06/2005
Lesões de Tecidos Moles Faciais como um Auxílio para a Requisição de uma Combinação de Tomografia Computadorizada de Crânio e Face em Pacientes Traumatizados

 

Enquanto a tomografia computadorizada (CT) de crânio no trauma é freqüentemente requerida durante a ressuscitação de pacientes com lesões múltiplas, a determinação de quando se pedir também tomografia facial nessas situações pode ser difícil. Conseqüentemente, fraturas faciais são comumente desprezadas na avaliação por imagem inicial. Em situações de trauma agudo, marcadores de lesões de tecidos moles faciais são freqüentemente utilizados para auxiliar nessa decisão.

 

Foi realizado um estudo, recentemente publicado no Journal of Oral and Maxillofacial Surgery, para se identificar exatamente quais lesões de tecidos moles faciais se correlacionam com fraturas e quais não. O objetivo dessa pesquisa foi comparar os padrões de lesões de tecidos moles faciais dos pacientes recebendo uma combinação de tomografia de crânio e facial que tinham fraturas faciais versus os que não tinham.

 

Foi realizada uma revisão dos registros de trauma retrospectiva por um período de cinco anos no Hospital Legacy Emanuel, um centro de trauma de primeiro nível. A equipe de trauma viu um total de 9871 pacientes traumatizados e 49,9% tiveram CT de crânio requerida como parte inicial da avaliação. Um total de 777 (15,7%) dos pacientes teve uma combinação de CT de crânio e face nos quais 477 (61,4%) apresentaram fratura facial e 300 (38,6%) não. A significância estatística foi estabelecida utilizando-se a análise de Bonferroni.

 

As lacerações que ocorreram nas áreas de lábios, nariz e intraorais, assim como feridas que conduziam à contusão periorbital e hemorragia subconjuntival foram significativamente prevalentes no grupo com fraturas. Por outro lado, lacerações e contusões de escalpe foram significativamente maiores no grupo sem fraturas. Outras lesões como lacerações de língua, queixo, fronte, bochecha, orelha, pálpebra e sobrancelha não apresentaram diferenças entre os grupos.

 

Os autores concluíram que esses dados demonstraram que há certas zonas de lesão de tecidos moles faciais que se correlacionam com fraturas faciais em pacientes traumatizados que fizeram CT de crânio. Os autores sugerem que o acrônimo LIPS-N (laceração Labial, Intraoral, contusão Periorbital, hemorragia Subconjuntival e laceração Nasal) seja utilizado juntamente com o exame físico na avaliação de um paciente traumatizado que esteja sendo submetido à CT de crânio, o que indicaria a realização de uma CT de face também.

Facial Soft Tissue Injuries as an Aid to Ordering a Combination Head and Facial Computed Tomography in Trauma Patients - Journal of Oral and Maxillofacial Surgery 2005; 63(5)

Facial Soft Tissue Injuries as an Aid to Ordering a Combination Head and Facial Computed Tomography in Trauma Patients

Eric P. Holmgren, DMD, MD, MS * * [MEDLINE LOOKUP]
Eric J. Dierks, DMD, MD
[MEDLINE LOOKUP]
Leon A. Assael, DMD
[MEDLINE LOOKUP]
R. Bryan Bell, DDS, MD
§ [MEDLINE LOOKUP]
Bryce E. Potter, DMD, MD
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   Abstract

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Purpose While the trauma computed tomography (CT) head scan is frequently ordered during resuscitation of multiply injured patients, determining when also to order facial CT in these situations can be difficult. Consequently, facial fractures are commonly missed on initial imaging evaluation. In acute trauma situations, facial soft tissue injury markers are often used to aid in this decision. A study was undertaken to identify exactly which facial soft tissue injuries correlate with facial fractures and which did not. The aim of our research was to compare the facial soft tissue injury patterns of patients receiving a combination head and facial CT who had facial fractures versus those who had no facial fractures.

Patients and methods A retrospective trauma registry review was performed for a 5-year period at Legacy Emanuel Hospital, a level 1 trauma center. The trauma team saw a total of 9,871 trauma patients and 49.9% required head CT as part of their initial evaluation. A total of 777 (15.7%) patients had a combination head and facial CT in which 477 (61.4%) had a facial fracture and 300 (38.6%) had no facial fracture. Statistical significance was established using Bonferroni corrected P values less than .05.

Results Lacerations occurring in areas of the lips, nose, and intraorally, as well as wounds leading to periorbital contusion and subconjunctival hemorrhage, were significantly prevalent in the fracture group. Conversely, scalp lacerations and scalp contusions were significantly higher in the nonfracture group. Other injuries such as lacerations of the tongue, chin, forehead, cheek, ear, eyelid, and eyebrow were indistinguishable between both groups.

Conclusions Our data demonstrate that there are certain facial soft tissue injury zones that correlate with facial fractures in trauma patients who obtain head CT. We would like to propose that the acronym LIPS-N (Lip laceration, Intraoral laceration, Periorbital contusion, Subconjunctival hemorrhage, and Nasal laceration) be used in conjunction with a physical examination when assessing if a trauma patient who is getting head CT should also get facial CT.

   Publishing and Reprint Information

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  • *Resident, Department of Oral and Maxillofacial Surgery, Oregon Health and Sciences University, Portland, OR.
  • Clinical Professor, Department of Oral and Maxillofacial Surgery, Oregon Health and Sciences University, and Fellowship Director, Legacy Emanuel Hospital and Health Center, Portland, OR.
  • Professor and Program Director, Department of Oral and Maxillofacial Surgery, Oregon Health and Sciences University, Portland, OR.
  • §Assistant Professor, Department of Oral and Maxillofacial Surgery, Oregon Health and Sciences and Attending Oral and Maxillofacial Surgeon, Legacy Emanuel Hospital and Health Center, Portland, OR.
  • Clinical Professor, Department of Oral and Maxillofacial Surgery, Oregon Health and Sciences University, and Director, Maxillofacial Trauma, Legacy Emanuel Hospital and Health Center, Portland, OR.
  • *Address correspondence and reprint requests to Dr Holmgren: Oregon Health Sciences University, 7416 N Olin Ave, Portland, OR 97203
  • Email address: holmgren@ohsu.edu (Eric P. Holmgren)
  • Copyright © 2005 by American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons
  • doi: 10.1016/j.joms.2004.10.009


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