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Meio Ambiente/Ecologia

Furacões derrubam ozônio

16/06/2005

 

Ao estudar o comportamento de furacões, cientistas da Universidade do Estado da Flórida, nos EUA, descobriram uma característica inusitada. A pesquisa mostrou que os níveis de ozônio caem à medida que aumenta a intensidade do furacão

Xiaolei Zou e Yonghui Wu analisaram dados de 12 furacões, entre os quais o Erin, que atingiu o Atlântico Norte em setembro de 2001, e verificaram uma relação entre os níveis de ozônio e o comportamento dos fenômenos naturais.

A pesquisa, financiada pela Nasa, a agência espacial norte-americana, mostrou que a área atingida por um furacão apresenta baixos níveis de ozônio da base ao topo do fenômeno. À medida em que esse se intensifica, os níveis de ozônio caem ainda mais.

Os pesquisadores acreditam que a descoberta possa ajudar no desenvolvimento de sistemas de alerta mais eficientes. O movimento inicial de um ciclone tropical é fraco e muitas vezes coberto por nuvens, o que faz com que a identificação por satélites seja difícil.

Ao avaliar dados da quantidade de ozônio em uma determinada área, pode-se obter uma noção mais precisa do comportamento do fenômeno natural.

Para verificar os níveis de ozônio, os cientistas da Universidade do Estado da Flórida utilizaram dados obtidos pelo satélite Earth Probe, da Nasa.

(Agência Fapesp, 14/6)


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