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Dermatite

Doenças que vêm com o frio

20/06/2005

Casa arejada, sem carpetes e limpa é fundamental para manter crianças e adultos livres de uma doença que atinge de 10 a 12 milhões de brasileiros: a alergia. A chegada do inverno, na próxima semana, faz aumentar o número de casos em razão da maior presença no ar de agentes que causam o problema.

- A baixa temperatura e o aumento da umidade do ar propiciam o aumento dos alérgenos, partículas como mofo, poeira, ácaros e fungos que causam reações alérgicas. Além disso, no inverno as pessoas costumam ficar mais tempo em ambientes fechados, o que também propicia as alergias - explica Teresa Seiler, que é doutora-professora de Alergia e Imunologia da Escola Médica da PUC.

O caso se agrava nos meses de junho, julho e agosto, quando as pessoas permanecem mais agrupadas e utilizam com freqüência cobertores, casacos e roupas guardados há muito tempo e, não raro, com mofo. As principais medidas preventivas são o diagnóstico precoce e o tratamento adequado dos sintomas, passando pela identificação dos principais fatores precipitantes, através da análise do ambiente domiciliar e das histórias ocupacional e clínica.

Segundo Teresa Seiler, a maior preocupação dos especialistas é a asma. Estimativas mostram que cerca de 50 milhões de pessoas sofrem da doença no país. Somente no Sistema Único de Saúde (SUS) são registradas 350 mil internações por ano.

- Temos novos medicamentos no mercado que têm se mostrado bastante eficazes. É o caso do tratamento à base de bronco-dilatadores de longa duração associados a antiinflamatórios e também dos antileucotrienos. A asma deixou de ser um tabu, e, hoje, é algo tratável - observa Teresa.

Mas como diferenciar se os sintomas são de alergia ou de um simples resfriado?

- Tecnicamente o resfriado comum é uma infecção de vias aéreas superiores com maior número de sintomas sistêmicos e risco principalmente para a população idosa. Devemos estar atentos a manifestações alérgicas em pessoas que estão o tempo todo resfriadas. A diferenciação por vezes é difícil e requer uma avaliação especializada - alerta o pneumologista Gustavo Nobre.

Jornal do Brasil, 15/06/05


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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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