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Vascular/Cirurgia Vascular/Circulação

Não há diferença significativa entre reparo endovascular e reparo a céu aberto de aneurisma aórtico abdominal após o primeiro ano pós-operatório

24/06/2005
 


 

Pesquisadores publicaram, recentemente, no New England Journal of Medicine, um estudo em que investigaram se a melhor evolução é mantida após o período perioperatório em pacientes portadores de aneurisma aórtico abdominal submetidos à correção endovascular, comparada à correção convencional a céu aberto.

 

Foi realizado um ensaio clínico multicêntrico, aleatorizado, que procurou comparar a correção a céu aberto à correção por via endovascular em 351 pacientes portadores de aneurisma aórtico abdominal de diâmetro igual ou superior a 5cm, considerados elegíveis para ambas as modalidades de correção cirúrgica. A sobrevida após a aleatorização foi calculada com o uso da análise de Kaplan-Meier e comparada com o uso de log-rank test ou de acordo com a intenção-para-tratar.

 

Dois anos após a aleatorização, as taxas cumulativas de sobrevida foram iguais a 89,6% para correção a céu aberto e 89,7% para correção endovascular (diferença = -0,1%; IC95% = -6,8 a 6,7%). As taxas cumulativas de morte relacionada ao aneurisma foram iguais a 5,7% para correção a céu aberto e 2,1% para correção endovascular (diferença = 3,7%; IC95% = -0,5 a 7,9%). Esta melhor evolução da correção endovascular em relação à correção a céu aberto foi inteiramente responsável por eventos ocorridos no período perioperatório, sem diferença significante da mortalidade subseqüente relacionada ao aneurisma. A taxa de sobrevida livre de complicações moderadas ou graves também foi semelhante nos dois grupos após dois anos (65,9% para correção a céu aberto e 65,6% para correção endovascular; diferença = 0,3%; IC95% = -10,0 a 10,6%).

 

Portanto, os pesquisadores concluíram que a melhor sobrevida perioperatória após reparo endovascular de aneurisma aórtico abdominal, comparada a reparo a céu aberto, não é mantida após o primeiro ano pós-operatório.

Two-Year Outcomes after Conventional or Endovascular Repair of Abdominal Aortic Aneurysms - New England Journal of Medicine 2005; 352

Two-Year Outcomes after Conventional or Endovascular Repair of Abdominal Aortic Aneurysms
Jan D. Blankensteijn, M.D., Sjors E.C.A. de Jong, M.D., Monique Prinssen, M.D., Arie C. van der Ham, M.D., Jaap Buth, M.D., Steven M.M. van Sterkenburg, M.D., Hence J.M. Verhagen, M.D., Erik Buskens, M.D., Diederick E. Grobbee, M.D., for the Dutch Randomized Endovascular Aneurysm Management (DREAM) Trial Group

 

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by Lederle, F. A.

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ABSTRACT

Background Two randomized trials have shown better outcomes with elective endovascular repair of abdominal aortic aneurysms than with conventional open repair in the first month after the procedure. We investigated whether this advantage is sustained beyond the perioperative period.

Methods We conducted a multicenter, randomized trial comparing open repair with endovascular repair in 351 patients who had received a diagnosis of abdominal aortic aneurysm of at least 5 cm in diameter and who were considered suitable candidates for both techniques. Survival after randomization was calculated with the use of Kaplan–Meier analysis and compared with the use of the log-rank test on an intention-to-treat-basis.

Results Two years after randomization, the cumulative survival rates were 89.6 percent for open repair and 89.7 percent for endovascular repair (difference, –0.1 percentage point; 95 percent confidence interval, –6.8 to 6.7 percentage points). The cumulative rates of aneurysm-related death were 5.7 percent for open repair and 2.1 percent for endovascular repair (difference, 3.7 percentage points; 95 percent confidence interval, –0.5 to 7.9 percentage points). This advantage of endovascular repair over open repair was entirely accounted for by events occurring in the perioperative period, with no significant difference in subsequent aneurysm-related mortality. The rate of survival free of moderate or severe complications was also similar in the two groups at two years (at 65.9 percent for open repair and 65.6 percent for endovascular repair; difference, 0.3 percentage point; 95 percent confidence interval, –10.0 to 10.6 percentage points).

Conclusions The perioperative survival advantage with endovascular repair as compared with open repair is not sustained after the first postoperative year.



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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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