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Tábua de queijos

21/08/2005
 

Deve ser composta de queijos variados, escolhidos conforme a época ou o gosto e acompanhados de nozinhas de manteiga, cominho, um moinho de pimenta e pratos com fatias de pão escuro, pão branco e de centeio.

Os queijos deverão ser apresentados sem invólucro ou qualquer embalagem e sobre uma camada de folhas de vinha.

A ARTE DE CORTAR O QUEIJO

No corte de um queijo se define todo um "saber de gourmet".
Ele é importante por diversas razões.
A primeira prende-se com a apresentação que contribui para o embelezamento de uma mesa ou tábua de queijos; a segunda com a preservação da parte excedente e que tende a oxidar mais ou menos rapidamente consoante a linha de corte; finalmente porque, conforme essa linha, assim os cambiantes sápidas que se diversificam nos bons queijos por toda a massa.
Com um mínimo de conhecimentos e um pouco de destreza, atinge-se o domínio dessa arte.

Queijos circulares - Consoante as suas dimensões e textura, cortam-se da forma que de seguida expomos:
Queijos pequenos: cortam-se em rodelas de média espessura.
Queijos baixos: cortam-se em triângulos de dimensão média.
Queijos grandes e largos: cortam-se em rodelas que por sua vez se reduzem a pequenos triângulos.
Quanto aos queijos de outros formatos, ainda que menos comuns que os circulares, registá-los-emos aqui nos dois formatos mais vulgares:
os quadrados e os piramidais.
Queijos quadrados e rectangulares - Cortam-se fazendo uma incisão triangular, separando depois desta a porção que se quer consumir, após o que se inserirá o pedaço restante no local em aberto, evitando desta forma, não só, que o queijo se desmanche mas também que as suas paredes se oxidem por acção do oxigénio.
Queijos em forma de pirâmide - Cortam-se em fatias de dimensões variáveis, correspondentes ao seu tamanho, mas sempre na mesma direcção.

CONSERVAÇÃO DO QUEIJO

Temperatura ambiente - Envolvem-se os queijos, individualmente, em folha de papel de alumínio ou cobrem-se com um pano embebido em vinho branco, para que não ressequem.
Colocam-se depois em local fresco e seco, ventilado, mas ao abrigo de correntes de ar.

No frigorífico - Envolvem-se os queijos, também individualmente, primeiro em plástico aderente e depois em folha de papel de alumínio, tendo o cuidado de se lhes tirar as bolsas de ar.

Introduzem-se de seguida na parte média do frigorífico, normalmente a que tem uma temperatura estabilizada entre três e oito graus centígrados. Se for para congelar colocam-se directamente no congelador aumentando então a potência deste durante as duas primeiras horas de congelação.

Descongelação - O processo de descongelação, analogamente a outro qualquer alimento, deve ser lento para evitar qualquer alteração do produto, sobretudo, e especificamente neste caso, uma desagregação da massa de consequências desastrosas para o sabor e aroma do queijo.

Retira-se assim o queijo do congelador ou arca frigorífica, pelo menos vinte e quatro horas antes de ser servido, e coloca-se na parte inferior do frigorífico, onde a temperatura é, aproximadamente, de dez graus centígrados. Duas horas antes de ir à mesa, retira-se do frigorífico e cobre-se com um pano ligeiramente humedecido em vinho branco, colocando-o em local arejado.

QUE VINHO BEBER COM QUEIJO

Um bom princípio é acompanhar com vinho da mesma região, se possível.

Para queijo de paladar menos acentuado: vinho tinto suave, pouco graduado.
Recomendamos o DÃO Quinta da Murqueira tinto DOC 1999

Para queijo picante ou paladar muito acentuado: vinho tinto, mais forte.
Recomendamos o DÃO Quinta da Murqueira tinto Reserva 1998

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