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Vitaminas e antioxidantes

Ácido fólico pode diminuir o risco de Alzheimer

14/09/2005

 

Publicado no Alzheimer's and Dementia - The Journal of the Alzheimer's Association - e realizado por especialistas do US National Institute on Aging, o estudo consta da análise dos dados dietéticos de 579 pessoas com 60 anos ou mais do Baltimore Longitudinal Study of Aging, com o objetivo de identificar a relação entre fatores dietéticos e risco de doença de Alzheimer.

Nenhum dos participantes mostrava sinais de demência quando o estudo começou. Os especialistas compararam os nutrientes ingeridos e os suplementos usados por indivíduos que desenvolveram mais tarde a doença com aqueles que não a desenvolveram. Eles acharam que adultos que comem diariamente a dose recomendada de folato (nutriente da vitamina B) têm um risco reduzido de desenvolver a doença.

Durante o estudo, os participantes deram informações detalhadas sobre hábitos alimentares, incluindo suplementos e calorias para um período típico de sete dias. Os pesquisadores examinaram a quantidade de nutrientes incluindo vitaminas E, C, B6, B12, carotenos e ácido fólico na dieta das pessoas e encontraram que os que consumiam pelo menos as 400 microgramas recomendadas de ácido fólico diariamente tinham um risco reduzido de 55% para desenvolver Alzheimer comparados aos que consumiam menos que esta quantidade. Como resultado, 57 dos 579 participantes desenvolveram Alzheimer.

Estima-se que uma pessoa consuma em média 200 microgramas de ácido fólico por dia na Inglaterra. Os pesquisadores dizem que o estudo influencia a sugestão prévia de que o folato reduz o risco de doença de Alzheimer.

A evidência para o benefício de outras vitaminas em mudar o prognóstico para alguém que tenha risco de desenvolver a doença de Alzheimer não é consistente, mas a evidência de que o folato pode ajudar é muito convincente, diz a Dra. Susanne Sorensen, da Alzheimer's Society.

Já foi comprovado que o ácido fólico reduz malformações fetais e estudos sugerem que ele é benéfico para proteger contra doenças cardíacas e acidente vascular cerebral. Também já foi mostrado que ele reduz os níveis de homocisteína - um aminoácido do sangue. Pesquisadores já mostraram anteriormente que altos níveis de homocisteína estão associados a um aumento no risco de desenvolvimento da doença de Alzheimer.

Este estudo não achou correlação entre a ingestão de vitamina C, caroteno (como beta-caroteno) ou vitamina B12 e o declínio de risco para Alzheimer.

A Dra. Maria Corrada, coordenadora da pesquisa, disse: "Embora o folato pareça trazer mais benefícios que os outros nutrientes, a mensagem principal deve ser que toda dieta saudável parece ter um impacto na limitação do risco de Alzheimer".

Outra pesquisadora, a Dra. Claudia Kawas, afirma que "é possível que outros fatores não mensuráveis possam ser responsáveis pela redução do risco, pois pessoas que ingerem grandes quantidades de um nutriente geralmente têm um estilo de vida saudável".

Fonte: Alzheimer's Association

http://news.med.br


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