-
Esta página já teve 132.446.149 acessos - desde 16 maio de 2003. Média de 24.705 acessos diários
home | entre em contato
 

Notícias da Dra. Shirley

Brasil deve alcançar meta em saúde infantil, diz relatório

18/12/2005

Gasto médio com saúde
per capita/ano em 2002
  •  México - US$ 379
  •  Brasil - US$ 206
  •  Egito - US$ 59
  •  Filipinas - US$ 28
  •  Indonésia - US$ 26
  •  Nepal - US$ 12
  •  Bangladesh - US$ 11
    fonte: Countdown to 2015: Tracking Progress in Child Survival
  • Especialistas em saúde infantil publicaram os primeiros resultados de um sistema programado para descobrir o que ajuda a diminuir índices de mortalidade infantil.

    Os dados mostram que apenas 7 dos 70 países monitorados - o Brasil entre eles - deverão alcançar os chamados Objetivos do Milênio, que estabelece a meta de reduzir a mortalidade infantil em dois terços até 2015.

    Junto com o Brasil estão México, Bangladesh, Egito, Indonésia, Nepal e as Filipinas.

    Um porta-voz do grupo internacional que desenvolveu o projeto afirmou que a maior igualdade no tratamento de ricos e pobres foi um dos fatores que ajudou no sucesso destes países.

    Gasto por ano

    Os 7 países que devem conseguir alcançar os Objetivos do Milênio têm números bem diferentes no que diz respeito ao investimento em saúde. O Brasil é um dos que mais investe, com US$ 206 gastos por ano per capita.

    O México, por exemplo, investe US$ 379 por ano per capita, enquanto Bangladesh gasta apenas US$ 11 por ano per capita, o mesmo gasto por países como o Iraque.

    Mas, o projeto revela que México e Brasil, que gastam mais, e Nepal, que tem o menor gasto, têm histórias de sucesso e modelos que possivelmente poderiam ser usados por outros países.

    Brasil

    Segundo dados de 2005 da Divisão de Políticas e Planejamento de Saúde do Fundo das Nações Unidas para a Infância e Adolescência (Unicef), a taxa de mortalidade em crianças com menos de 5 anos no Brasil, em 1990, era de 60 crianças para cada mil nascidas. Em 2004, o número diminuiu para 34.

    A meta brasileira para 2015 é de 20 crianças com menos de cinco anos mortas a cada mil nascidas.

    O México, em 1990, tinha um índice de crianças com menos de 5 anos mortas de 46 para cada mil nascidas. Em 2004, o número era de 28 para cada mil nascidas. E a meta para 2015 é de 15 crianças mortas para cada mil nascidas.

    Monitoramento

    O grupo internacional de especialistas publicou o que eles esperam ser o primeiro de uma série de relatórios, que deverão ser divulgados a cada dois anos.

    O relatório divulgado na terça-feira foi o Countdown to 2015: Tracking Progress in Child Survival (Contagem Regressiva para 2015: Acompanhando o Progresso na Sobrevivência Infantil).

    A idéia do projeto é que com o uso de monitoramento e comparação de intervenções simples, é possível identificar os países que estão tendo dificuldades e precisam de ajuda, além de identificar onde estão os problemas.

    Intervenções baratas

    Jennyfer Bryce, membro do chamado grupo Bellagio, que criou o projeto, afirma que um dos fatores que ajudou os países foi a maior igualdade de tratamento entre ricos e pobres.

    "Apenas 23 intervenções, que não precisam de muitos investimentos, são eficazes podem salvar a vida de 6 milhões de crianças por ano. Estamos falando de amamentação, programas de vacinação, distribuição de antibióticos para pneumonia. E as crianças que não estavam sendo alcançadas por estas intervenções eram todas pobres", disse.


    IMPORTANTE

    •  Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
    • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.
    Publicado por: Dra. Shirley de Campos
    versão para impressão

    Desenvolvido por: Idelco Ltda.
    © Copyright 2003 Dra. Shirley de Campos