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Pediatria/Criança

Exagero para o tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade

28/01/2006

 

 

As crianças portadoras do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (conhecidas pela sigla TDAH), são 3% a 5% de crianças. Conforme as estatísticas internacionais aplicadas no Brasil. O tratamento são calmantes especiais que são chamadas, de "drogas da obediência", cujo consumo está aumentando no mundo inteiro. Esses diagnósticos de TDAH estão mais freqüentes e as mães, professores e as crianças sentem-se melhor. Pois tem maior concentração e se fixam no que fazem. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa, que controla as vendas de medicamentos, exigem receitas para estes remédios, e o número de caixas vendidas entre 2003 e 2004 cresceu 51%. A Anvisa não tem condições de saber se esse aumento foi para crianças, pois os adultos também usam essa medicação. A prescrição é para casos especiais, e muitos médicos chamam a atenção para crianças que não tem TDAH, e estão sendo tratadas com esses medicamentos. Então o diagnóstico certo é fundamental. Mas em certos casos, o uso da medicação dá bons resultados. J.Biederman e colaboradores, psicopediatras do Massachusetts General Hospital, Boston fizeram um seguimento de: Zero ano em 140 crianças com TDAH, e 120 sem TDAH (controle) quando tinham a idade de 6-18 anos. Depois de seguimento de 10 anos, 112 (80%) e 105 (88%) dessas crianças agora com a idade média 22 anos num artigo que será publicado na Psychological Medicine, que sairá nos primeiros dias de Fevereiro próximo, mostraram que os portadores de TDAH, quando jovens terão uma prevalência maior durante toda a vida adulta de todas as categorias de psicopatologia, variando de 2 a 6,1 vezes maior comparados aos controles. Estão incluídas taxas elevadas de distúrbios anti-sociais, viciados em drogas distúrbios de humor e ansiedade. Estes achados evidenciam a importância do reconhecimento precoce deste distúrbio, para estratégias de prevenção e da intervenção. Muito prejudicial aos profissionais fazerem advertências exageradas, e ajudando as mães a tratarem os filhos.


Fonte: Artigo que será publicado na Psychological Medicine;nos primeiros dias de Fevereiro próximo

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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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