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Gravidez/Parto/Obstetrícia

Prevenção de parto prematuro através de teste de proteína

06/02/2006
Teste de proteína 'pode prever parto prematuro'
 
Bebê prematuro
Teste revela a probabilidade de uma mulher ter parto prematuro
Um teste de proteína pode revelar aos médicos se uma mulher terá parto prematuro, de acordo com um estudo da Universidade de Yale.

Os cientistas dizem que o teste também pode indicar infecções que levam ao nascimento do bebê antes do tempo.

O teste de proteína no líquido amniótico é mais preciso do que exames já existentes.

Os pesquisadores chegaram a esta conclusão depois de retirar amostras do líquido amniótico de 131 grávidas para verificar o desenvolvimento dos pulmões dos bebês.

Perigos

Outros exames também foram realizados, como a medição do nível de leucócitos e de glicose no sangue.

Se uma infecção estiver presente, o teste de proteína tem resultados diferentes daqueles mostrados com um líquido amniótico saudável.

O cientista que liderou a pesquisa, Catalin Buhimischi, também ressalta que o teste é duas vezes mais rápido que testes realizados em laboratórios.

"Conseguimos agora detectar infecções em um estágio inicial. Com esse resultado, podemos dar um tratamento imediato para a mãe e o bebê e prevenir o parto prematuro."

A pesquisa recebeu um prêmio de melhor estudo em partos prematuros de uma agência de saúde independente nos Estados Unidos que procura melhoras para a saúde de bebês.

Atualmente, médicos observam sintomas como contrações regulares e dilatação cervical para saber quando o parto deve acontecer.

Mas, no momento em que esses sinais estão aparentes, já pode ser tarde demais para interferir com remédios que podem impedir o trabalho de parto.

James Walker, porta-voz do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, disse que o teste pode ser útil, mas é perigoso, então só deveria ser usado em casos graves.

"O problema com esse teste é que ele depende do líquido amniótico. E para obtê-lo, é necessário inserir uma agulha na mulher grávida - o que consiste em um pequeno risco para o bebê."

BBC Brasil


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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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