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Conheça os Métodos anticoncepcionais

28/01/2007

 

Com a preocupação de controlar a reprodução humana, frente ao crescimento demográfico predominantemente mal balanceado do ponto de vista sócio-cultural, progrediram enormemente os estudos no sentido de aperfeiçoar tanto a área da fertilidade como a da anticoncepção.

Indiscutivelmente foi o progresso na anticoncepção e a comercialização da pílula que ofereceram à mulher grandes mudanças em seus hábitos e em suas limitações na sociedade.

Entretanto, têm trazido muitas preocupações para os pais, pois desta forma as jovens têm-se exposto à promiscuidade e às doenças contagiosas, além das experiências afetivas negativas, que as apanham na maioria das vezes ainda imaturas. Por isto e por outros vários motivos, julgamos importantíssimo que os pais conheçam bem os métodos possam servir de apoio a seus filhos.

São vários os métodos anticoncepcionais, alguns deles muito falhos e outros com grande margem de segurança. Faremos uma abordagem mais minuciosa sobre os métodos mais utilizados e de maior segurança, e uma rápida passagem sobre os demais, desde os mais antigos, para que haja uma boa compreensão da forma de ação de cada um. Achamos, entretanto, que qualquer método precisa ser orientado por médico capacitado, a fim de que o casal tenha amparo e segurança durante o período em que estiver fazendo uso do anticoncepcional.

Entre os métodos anticoncepcionais atualmente em uso, são indiscutivelmente mais eficientes a pílula e o DIU – Dispositivo Intra-Uterino – á exceção, naturalmente, da esterilização. Esta, entretanto, enquanto representar uma técnica com resultados definitivos, sem dar oportunidade a que o indivíduo recupere a fertilidade, não pode ser considerada como método de eleição.

Em relação às falhas dos métodos, observações muito bem controladas revelam uma pequena superioridade da pílula sobre o DIU, a grande superioridade de ambos sobre o preventivo masculino ( condom ) e o diafragma feminino. Os riscos de falha com os dois últimos métodos citados são cerca de dez vezes maiores.

Também é preciso acrescentar que o DIU não pode ser o método de primeira escolha em adolescentes e em mulheres que ainda não tiveram nenhum filho. Nestes casos, a pílula ou o condom associados aos espermaticidas podem oferecer melhores resultados. No caso da Camisinha, os jovens, que trocam freqüentemente de parceiro (a), estarão protegidos também das doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a AIDS.

Pílula anticoncepcional feminina

Forma de ação

A pílula anticoncepcional combinada é composta de dois hormônios sintéticos que funcionalmente substituem a ação dos hormônios naturais produzidos pelo ovário e ao mesmo tempo promovem inibição da ovulação. Por sua ação sobre o útero (endométrio), reproduzem menstruações quase idênticas às habituais ( em geral há menos cólicas e menor sangramento ). Por mecanismos um pouco complexos, inibem o hipotálamo e a hipófise e com isto não há produção de hormônio estimulante dos ovários. Desta forma, não há amadurecimento nem liberação de óvulos nos ovários, ou seja, não há ovulação.

Proteção anticoncepcional

Apesar de haver, teoricamente, uma eficácia de 99,9% nos países em desenvolvimento, as estatísticas têm demonstrado um valor real médio de 2,6 gestações em cada cem mulheres por ano, o que indiscutivelmente representa a segurança do método.

Perigos da pílula – efeitos secundários

Por estudos recentes, pode-se concluir que não há perigos maiores para a mulher jovem que faz uso da pílula anticoncepcional, porque elas repetem no circuito ovário-hipófise o que as mulheres de antigamente o faziam, isto é, uma freqüente inibição da ovulação durante sua idade fértil, por encontrarem-se quase sempre grávidas; de outro lado, porque todas as demais ações dos hormônios se fazem exatamente da mesma maneira que os hormônios naturais do ovário.

Os efeitos secundários, isto é, os sintomas desagradáveis são devidos às doses dos hormônios contidos nas pílulas. Para que não ocorram efeitos indesejáveis, é preciso que cada mulher seja corretamente aconselhada por um médico que conheça perfeitamente o seu organismo e com isto possa indicar-lhe o produto cujas dosagens de estrógeno e progesterona melhor se adaptem a ela, sem produzirem os temidos sintomas.

Tais sintomas, em geral, são semelhantes aos que ocorrem nos períodos iniciais de gravidez: enjôo, depressão, aumento de peso, dor de cabeça, pequenas perdas de sangue, falta de ar e tonturas.

Os trabalhos de pesquisa têm demonstrado, entretanto, que muitas mulheres apresentam os mesmos sintomas quando recebem placebo (comprimidos com o mesmo aspecto externo, mas que não contém hormônios). Isto prova que grande parte dos sintomas, ou pelo menos o agravamento dos mesmos, é mais de natureza emocional do que propriamente produto dos efeitos secundários dos hormônios contidos na pílula. É por demais sabido que toda a anticoncepção traz consigo uma série de conflitos emocionais, desde que a pessoa não esteja tranqüila quanto ao seu desejo real de evitar filhos. Esta é uma das principais razões de sintomas que não sejam devido aos hormônios.

Conclui-se também que, se os sintomas são semelhantes aos da gestação e os efeitos sobre o organismo são idênticos, não podem produzir malefícios, a não ser para mulheres que apresentam doença prévia ou que absolutamente não poderiam engravidar.

Pílula e fumo

Estudos recentes dão conta de que o fumo e algumas outras condições orgânicas prévias, como hipertensão, diabete e obesidade aumentam o risco de doença cardiovascular e morte nas mulheres que usam anticoncepcionais orais. Estes estudos não chegaram a modificar totalmente as recomendações sobre o uso da pílula, mas deixam muito claras as vantagens no abandono do fumo. Em caso contrário, recomenda-se trocar o método anticoncepcional, pois o risco se torna muito grande, principalmente acima dos trinta e cinco anos de idade.

Como referimos anteriormente, é absolutamente necessário que a mulher seja acompanhada pelo seu médico durante o uso de anticoncepcionais orais. Se isso for feito, não há razões para temores de prejuízos físicos, pois ao primeiro sinal de intolerância o médico pode orientá-la evitando qualquer conseqüência desagradável.

Este é um assunto muito estudado no mundo inteiro, e novidades surgem a todo o momento, mas as considerações feitas aqui continuam ainda hoje atuais.

Dispositivo intra-uterino – DIU

À primeira vista, o DIU pareceria ser um método anticoncepcional ideal, porque é altamente eficaz, não depende das relações sexuais e requer a colocação de dois em dois ou até de seis em seis anos. Seu uso está espalhado por muitos países e um número enorme de mulheres o utiliza no mundo inteiro.

Contudo, atualmente, a maioria dos clínicos considera a adolescência como um período contra-indicado para o uso do DIU, por dois motivos: o de os adolescentes freqüentemente não manterem parceiros estáveis e, com isto, aumentarem o risco de doença inflamatória pélvica, complicação relativamente grave que pode resultar em infertilidade. Há, portanto, também uma contra-indicação relativa em mulheres nulíparas (que nunca tiveram filho).

O sangramento irregular ou excessivo e a intensificação de dor na menstruação podem ser fatores limitantes em qualquer mulher. Contudo, tais sintomas podem ser perfeitamente controláveis.

Há um grande número de tipos de DIU, que variam na forma e na espécie de material utilizado para sua fabricação. De uma maneira geral, são de baixo custo e quando bem tolerados pela mulher apresentam pequeníssimo risco de gravidez: cerca de três casos em cada cem mulheres por ano.

Forma de ação

Embora o DIU seja atualmente usado por tantas mulheres, a forma pela qual age em seres humanos ainda não foi exata e satisfatoriamente concentrada numa só explicação. Em animais, o DIU revelou afetar diferentes fases do processo reprodutivo. Na ovelha, por exemplo, parece prevenir a fertilização por estimular a fagocitose ou a citólise, que destroem o espermatozóide no útero antes da fertilização. Também na ovelha, o DIU impede que o espermatozóide se desloque pelas trompas de Falópio por reverter a direção das contrações uterinas. Na coelha, o DIU pode prevenir a implantação de óvulos fertilizados por estimular o aumento da concentração de substancias chamadas prostaglandinas no útero. Na vaca e na porca, constatou-se que o DIU impede a sobrevivência do embrião mesmo depois de terem ocorrido a fertilização e a implantação.

Já que os mecanismos de ação variam de uma espécie para outra, é difícil extrapolar para seres humanos os resultados da experimentação em animais.

Proteção anticoncepcional

É altamente efetiva, duradoura, de fabricação barata, independente do coito e completamente reversível com a remoção do dispositivo.

Problemas com o DIU

Sangramento abundante durante a menstruação, expulsão espontânea, dor, perdas sangüíneas durante o ciclo são os problemas mais comuns. Para prevenir estes fenômenos, é preciso que haja uma boa adequação quanto à forma e ao material mais bem aceitos pelo organismo da mulher. As tentativas, portanto, precisam ser feitas através de aplicações por médicos treinados nessa técnica.

A incidência de gravidez por falha do método é praticamente igual à da pílula (cerca de três para cem mulheres por ano). A maior parte dos casos de falha se deve ao deslocamento do dispositivo; por isso é preciso haver controles periódicos.

Diafragma

O diafragma é um chapéu de borracha que precisa ser colocado no canal vaginal de encontro ao colo do útero, usualmente revestido em seus bordos com cremes ou geléias espermaticidas. Quando bem adaptado, impede que o líquido espermático entre em contato com o muco cervical, evitando com isso que os espermatozóides penetrem no útero.

Precisa ser retirado diariamente, lavado e conservado em estojo que contenha substancias esterilizantes para evitar contaminação por germes produtores de infecção.

Há diafragmas de diversos tamanhos; sua escolha e adaptação iniciais precisam ser feitos pelo ginecologista. No uso diário, a mulher pode fazer a colocação sem dificuldades.

Preservativo masculino

Também chamado condom ou, popularmente, camisa de Vênus ou camisinha.

Trata-se de uma capa de borracha que se apresenta enrolada num anel, também de borracha; quando desenrolado, adapta-se perfeitamente ao pênis. Mantém em geral uma pequena folga na extremidade anterior, permitindo que o líquido espermático ejaculado seja retido em seu interior. É descartável, de modo que não deve ser conservado, e a cada coito usa-se um novo preservativo. Tem vantagens higiênicas, evitando a contaminação bacteriana ou fúngica. Sua função é de aprisionar em seu interior o líquido espermático emitido durante a ejaculação, evitando sua penetração no colo do útero. É também um método muito eficiente , cujo único risco é seu rompimento.

Entre os jovens que se iniciam na atividade heterossexual, traz uma vantagem extra que é a proteção contra as doenças venéreas.

Quando usado em associação aos espermicidas vaginais, tem sua eficácia muito aumentada.

Os condons mais modernos são mais resistentes e mais delgados em espessura, permitindo maior segurança e mais sensibilidade.

Preservativo feminino

Método recente, ainda em fase de estudos estatísticos, já está disponível no mercado brasileiro. Tem praticamente a mesma eficácia do preservativo masculino como anticoncepcional, e protege bem contra doenças sexualmente transmissíveis. É um bom recurso para as mulheres cujos parceiros não gostam de usar o condom. Trata-se de um "saquinho", geralmente de poliuretano (borracha sintética ou tipo de plástico macio). No fundo, apresenta um anel flexível que serve para fixá-lo dentro da vagina. Na extremidade anterior ou externa, outro anel que o fixa fora da vagina e cobre parcialmente os grandes lábios. Também deve ser removido depois da relação sexual, e não pode ser reutilizado para outra relação sexual.

Contracepção pós-coito

A contracepção pós-coito é indicada e utilizada em algumas situações emergenciais, tais como estupro, relações sexuais não programadas – e portanto não protegidas – entre adolescentes, e no caso de ruptura do condom.

Até 72 horas após o coito (de preferência 24 a 48 horas após) devem ser utilizadas, inicialmente, doses altas de determinados anticoncepcionais orais no primeiro dia, acompanhadas de doses normais diárias por mais 10 dias, para programar a menstruação. Outra forma é utilizar doses altas de estrogênio oral, a cada 12 horas, durante 5 dias.

Há alguns paraefeitos, como náuseas e vômitos, mais freqüentes no segundo esquema. Para a utilização deste processo é absolutamente necessária a receita e o acompanhamento médico.

Hormônio injetável

Uma forma prática e de ação prolongada de anticoncepção é o uso de preparados especiais de progesterona, sob forma injetável, com ação contraceptiva de 2 a 4 meses.

Trata-se de um método altamente eficiente e de longa duração, que não necessita de planejamento pré-coito e não apresenta risco de esquecimento no uso diário. É indicado para adolescentes, especialmente para aquelas que têm retardo mental, caso em que é muito difícil o acompanhamento diário e não se pode contar com os cuidados masculinos.

Paraefeitos são os distúrbios menstruais, como sangramento excessivo, falta de menstruação e ganho de peso. Não é um processo para uso a longo prazo. É absolutamente necessário o acompanhamento médico.

Há, ainda, os injetáveis mensais, que são combinados de estrógeno e progesterona semelhantes aos da pílula. Aplica-se uma injeção intramuscular por mês, tendo boa eficácia anticoncepcional, sem causar náuseas como a pílula pode causar em algumas mulheres. É aconselhável orientação médica também.

Implante subdérmico

Esta técnica contraceptiva consiste no implante cirúrgico, subdérmico, de cápsulas ou bastões contendo hormônios. Estes implantes têm a propriedade de liberar lentamente os hormônios, podendo permanecer efetivos durante até cinco anos e com um índice de eficácia muito alto.

Anel vaginal contraceptivo

Os anéis vaginais contendo hormônios, inseridos na vagina, tais como diafragmas, não atuam como método de barreira. Sua ação anticonceptiva se baseia na liberação lenta e contínua de hormônios esteróides, durante tempo prolongado. Alguns precisam ser removidos durante a menstruação, outros não. Podem permanecer mais de três meses inseridos. Possuem alta eficácia, não apresentando maiores paraefeitos e têm a vantagem de serem práticos, autocolocáveis e de reversibilidade imediata, porque podem ser retirados a qualquer momento. Em adolescentes, só teriam importância nas mais responsáveis.

Esterilização

Ligadura de trompas

A esterilização feminina consiste na ligadura das trompas. Com isto, o óvulo libertado pelo ovário não pode receber o contato dos espermatozóides que encontram um bloqueio em seu trajeto nas trompas. Como anticoncepcional é absolutamente perfeito, mas o grande inconveniente é a impossibilidade de ser reversível, isto é, a mulher não pode mais voltar a ser fértil.

Vasectomia

A vasectomia é a esterilização masculina. Consiste na ligadura e seccionamento dos canais deferentes de ambos os lados. Com isto, os espermatozóides produzidos não conseguem atingir a uretra por interrupção em seu trajeto e são, então, reabsorvidos. O homem pode ejacular líquido espermático produzido pelas vesículas seminais, próstata e glândulas de Cowper. Não há interferência alguma nesta função, e o material ejaculado não contém espermatozóides. O inconveniente é que a esterilização pode ser irreversível. Atualmente, há técnicas de conservação das extremidades dos canais ligados para a possível reconstituição, por desejo ou necessidade de voltar à fertilidade. Entretanto, os resultados nem sempre são satisfatórios.

Métodos anticoncepcionais menos eficientes

Coito interrompido

Este método, como fica implícito, consiste em que o homem retire o pênis da vagina, durante o coito, antes que haja a ejaculação.

Além de desagradável, é um método muito falho, porque é difícil manter o controle absoluto da ejaculação, e qualquer quantidade de líquido espermático derramado dentro da vagina pode conter milhares de espermatozóides e, conseqüentemente, se coincidir com um período ovulatório, é provável que ocorra fecundação.

Método do ritmo

Este método, também chamado "método do calendário", consiste em evitar o coito vaginal no período próximo ao dia da ovulação. Num ciclo de vinte e oito dias, a ovulação teoricamente deve ocorrer em torno do décimo quarto dia. Evitando-se o coito no período entre o décimo e o décimo- oitavo dias do ciclo, é pouco provável que coincida com a ovulação. O método é falho, entretanto, porque raros são os ciclos perfeitamente regulares e, de outro lado, vários são os fatores que propiciam a ovulação fora do período previsto (clima, viagens, prazer sexual etc.).

Método da temperatura basal

Quando falamos sobre ovulação, mencionamos a curva da temperatura basal como um método de determinar se a mulher está ovulando ou não.

No período pré-ovulatório, a temperatura oscila em valores abaixo de 36,5 graus centígrados; depois da ovulação ela se mantém acima deste nível até cair em crise no final do ciclo, quando se inicia a menstruação. A ovulação corresponde ao dia em que a temperatura atinge o grau mais baixo, logo que antecede à elevação.

Também, à primeira vista, parece ser um método seguro, mas não é fácil conservar as tomadas rigorosamente bem feitas, e também pose haver confusão entre os valores de temperatura baixa.

Na prática, a mulher deve deitar, à noite, tendo colocado um termômetro "abaixado" na mesa de cabeceira. Ao acordar pela manhã, sem maiores movimentos, deve colocar o termômetro na boca durante 3 a 5 minutos, acender a luz , levantar e anotar a temperatura que o termômetro está marcando. Realizar suas tarefas costumeiras e no primeiro momento possível registrar a temperatura num gráfico, guardado sempre no mesmo lugar.

Ducha vaginal

Consiste na realização de uma caprichosa higiene vaginal, logo após o coito, utilizando grande quantidade de água. Antigamente usavam-se irrigadores com capacidade para um a dois litros de água. É um método extremamente falho, pois nos primeiros minutos após a ejaculação os espermatozóides já se encontram em porções bem altas do aparelho genital feminino.

Substâncias espermaticidas

Resume-se em aplicar dentro da cavidade vaginal geléias, cremes, comprimidos ou espumas espermaticidas. Quando bem aplicadas, algum tempo antes do coito, formam uma barreira à entrada dos espermatozóides dentro do colo do útero e os destroem ao seu contato. Este é um método bem mais seguro, mas depende de uma aplicação correta.

Há um grande número de métodos e técnicas em experimentação na atualidade, como a pílula do homem e outros. Os progressos nesta área são constantes. Como não são métodos de uso corrente, achamos pouco prático descreve-los aqui.

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Autor: Ronaldo Pagnoncelli e Leanise Saute - Centro de Estudo e Pesquisa em Adolescência - CENESPA

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