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Pediatria/Criança

Vitiligo na infância: características clínicas e epidemiológicas

07/08/2007

 

* Artigo original no idioma Português Brasileiro.

VOLUME 82 - Nº 1: Investigação clínica, epidemiológica, laboratorial e terapêutica

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Autoria

Cláudia Márcia de Resende Silva
Mestre em Dermatologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Médica do Ambulatório de Dermatologia Pediátrica do Serviço de Dermatologia do Hospital das Clínicas-UFMG, (MG) Brasil.

Luciana Baptista Pereira
Professora Assistente de Dermatologia da Faculdade de Medicina UFMG. Mestre em Dermatologia pela UFMG. Docente do Ambulatório de Dermatologia Pediátrica do Serviço de Dermatologia do HC-UFMG, (MG) Brasil.

Bernardo Gontijo
Professor adjunto doutor de Dermatologia da Faculdade de Medicina da UFMG. Coordenador do Ambulatório de Dermatologia Pediátrica do Serviço de Dermatologia do HCUFMG, (MG) Brasil.

Geraldo de Barros Ribeiro
Doutor em oftalmologia pela UFMG, (MG) Brasil.

Resumo

FUNDAMENTOS O vitiligo atinge de 0,5 a 4% da população mundial, e 25% dos casos se iniciam antes dos 10 anos. Embora prevalente, estudos epidemiológicos de vitiligo na infância são raros na literatura brasileira.
OBJETIVO Avaliar características clínicas e epidemiológicas do vitiligo na infância.
MÉTODO – Realizado estudo descritivo em 73 crianças com vitiligo, atendidas no Ambulatório de Dermatologia Pediátrica do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Variáveis como sexo, idades ao início da doença e tratamento, superfície corporal acometida, forma clínica, localização, associação com doenças auto-imunes, história familiar de vitiligo e tratamento inicial foram avaliadas. A análise estatística foi realizada usando freqüências simples e comparação de médias pela análise de variância.
RESULTADOS 60,3% dos pacientes eram do sexo feminino. A média de idade ao início da doença foi 5,7, e a do início do tratamento, sete anos. A superfície corporal acometida foi inferior a 1% em 71,8%, e a forma localizada foi detectada em 76,7% dos casos. A localização mais comum foi o segmento cefálico. O vitiligo em familiares foi observado em 30,1% dos casos. O hipotireoidismo foi detectado em um paciente, e 11% deles relataram a presença de doença auto-imune em familiares. O corticóide tópico foi o tratamento inicial na maioria dos pacientes.
CONCLUSÕES – Os achados deste estudo ambulatorial são basicamente semelhantes aos encontrados em estudos realizados em outros países.

Palavras-chave: Auto-imunidade; Criança; Vitiligo; Vitiligo/epidemiologia

 

http://www.anaisdedermatologia.org.br/artigo.php?artigo_id=10341

 

 

IMPORTANTE

  •  Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
  • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.


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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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