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História das Ervas

04/01/2008
 
Desde a Antigüidade os povos já usavam ervas para preparar alimentos. Elas eram utilizadas por causa do seu valor medicinal, para seguir tradições religiosas e Image também para sobrepor o gosto ruim de alimentos semi-estragados. Com o passar do tempo, os povos começaram a fazer contato uns com os outros, ampliando assim seus conhecimentos. Os romanos, por exemplo, introduziram alecrim, tomilho e segurelha na Europa Central e levaram salsa, manjericão e sálvia das colônias orientais. Marco Polo estabeleceu um comércio com o Extremo Oriente, dando origem às grandes viagens dos exploradores às Índias e conseqüentemente à descoberta do continente americano. Das Índias foram trazidas, entre outras, a pimenta-do-reino, a baunilha e a noz-moscada, e, da América, espalharam-se pelo mundo a batata, o tomate e a cana-de-açúcar. Enquanto, na Idade Média, era moda colorir e decorar alimentos com flores comestíveis, nos dias de hoje o intenso intercâmbio comercial e as facilidades de viajar têm ajudado na divulgação de novos temperos no mundo todo.
O que são Ervas
As ervas são partes de plantas que podem ser aromáticas, medicinais ou aromáticas e medicinais ao mesmo tempo. Também se faz distinção entre ervas secas ou desidratadas e frescas. Na secagem, evapora-se uma parte dos óleos essenciais, diminuindo assim o aroma das ervas. Os óleos essenciais, por sua vez, são misturas complexas de compostos vegetais exaltadas por certas plantas aromáticas. São produzidos nos diferentes órgãos vegetais, estando contidos em estruturas especiais ou em aparelhos secretores. Podem ser encontrados em raízes (por exemplo, raiz forte), folhas (manjericão), flores (camomila), casca de árvores (canela) e cascas de frutas (laranja). As ervas são caracterizadas por seu conteúdo Imagede ativos. Esses ativos são óleos essenciais, alcalóides, minerais, vitaminas e glicose, entre outros. Eles são os responsáveis pelo gosto, aroma ou ação terapêutica das ervas, dependendo da porcentagem em que estão presentes.
Como usar
As ervas aromáticas têm grande importância na culinária. Ramos inteiros ou partes picadas podem ser usadas para temperar os mais variados alimentos. Para melhor aproveitá-las, as ervas frescas devem ser adicionadas somente no final do cozimento; caso contrário, acabam perdendo os óleos essenciais. Também é comum utilizá-las como enfeite no prato ou até mesmo no drinque. Usadas sozinhas ou combinadas entre si, as ervas dão o último toque aos pratos. Embora existam muitas recomendações sobre qual erva combina melhor com um determinado alimento, elas não precisam ser necessariamente seguidas. Cada pessoa é livre para fazer suas próprias experiências e descobrir como encontrar os sabores que mais lhe agradam - em outras palavras, para criar ou dar seu toque pessoal na culinária.
Como armazenar Ervas Aromáticas
O melhor jeito de armazenar ervas é mantê-las, sob temperatura de 4 a 10ºC, acondicionas em sacos ou potes plásticos bem fechados. Ervas como dill, salsa crespa, salsa lisa, cebolinha, borago, cerefólio e estragão também podem ser congeladas inteiras ou picadas. Nelas, o aroma, os ativos e o aspecto físico são mantidos. A conserva com óleo e vinagre é outra opção. Nesse caso, os óleos essenciais passam para a solução, aromatizando-a por muito tempo. Por último, temos os patês, que são ervas ou outros condimentos misturados com óleo e sal.

Fonte:

http://ervasfinasnet.web15.f3.k8.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12&Itemid=37


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