Curiosidades da Dra Shirley - Leia: As lentilhas da rainha Hatchepsut
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Curiosidades da Dra Shirley

Leia: As lentilhas da rainha Hatchepsut

25/06/2008

 

por Joana Monteleone

A múmia da mulher mais poderosa a governar o Egito antigo, Hatchepsut, foi identificada há pouco tempo pelo maior arqueólogo do país, Zahi Hawass. Hatchepsut viveu há cerca de 3,5 mil anos. Filha de Tutmés I e da rainha Ahmose, casou-se com o meioirmão Tutmés II, como era costume. Quando o marido morreu, o herdeiro oficial, Tutmés III, ainda era criança. Desta maneira, Hatchepsut assumiu o poder – e governou por cerca de 20 anos, num dos mais longos e pacíficos reinados da história dos faraós.

Hatchepsut gostava de comer: a múmia encontrada no vale de Deirel-Bahari era obesa, e suas representações também a mostram desta maneira. Mas, falar da comida do Egito antigo é como atirar flechas ao vento. Nunca se sabe exatamente no que vai se acertar. Ainda assim, as paredes das pirâmides estão cheias de ilustrações do cotidiano dessa civilização que floresceu há mais de 5 mil anos.

Nos túmulos dos reis e nobres das primeiras dinastias, muitas oferendas estavam retratadas nas paredes. Pela crença, elas asseguravam que o morto se serviria de uma porção diária de comida em sua vida no além. O nome e a quantidade dos alimentos estavam escritos em hieróglifos, permitindo aos arqueólogos de hoje terem uma idéia do “menu” cotidiano dos egípcios daquele período.

É claro que a mesa dos faraós era privilegiada. No caso de Hatchepsut, e de todos os seus ancetrais e descendentes, dispunham-se as iguarias provenientes de todos os lugares do reino – lentilhas, favas, ervilhas, abóboras, coentro, bolachas, leite, carne-seca, ervas, frutas, carneiros, gansos, codornas, peixes, mel, frutas secas e romãs, acompanhadas de vinho e cerveja. E também alimentos essenciais para a dieta do povo como pães de trigo sheben e khepesh e uma espécie de cerveja muito energética chamada henequet.

Entre as receitas sofisticadas servidas aos faraós chama a atenção a simples, mas certamente saborosa, sopa de lentilhas amarelas, feita com cebola, sal, cominho e azeite de oliva. Mesmo com a distância de mais de 3 mil anos a nos separar, um bom prato é sempre um bom prato!

De: História Viva.

 

Fonte:

http://fuleiragem.typepad.com/feito_em_casa/2008/05/as-lentilhas-da.html

 

 


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