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Geriatria/Gerontologia/Idoso

A velhice, entre o normal e o patológico

20/09/2008

História, Ciências, Saúde-Manguinhos

 

Hist. cienc. saude-Manguinhos vol.9 no.1 Rio de Janeiro Jan./Apr. 2002

doi: 10.1590/S0104-59702002000100004 

 

 

 

 

 

 

A velhice, entre o normal e o patológico

Old age, normality versus pathology

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Daniel Groisman

Psicólogo, doutorando em saúde coletiva
(Instituto de Medicina Social, UERJ), pesquisador associado ao Centro para Pessoas com Doença de Alzheimer do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CDA-IPUB/UFRJ)
dgrois@pobox.com

 

GROISMAN, D.: 'A velhice, entre o normal e o patológico'. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, vol. 9 (1):61-78, jan.-abr. 2002.

Com a ascensão do envelhecimento da população brasileira ao posto de 'problema social', assistimos a um crescimento cada vez maior do número de especialistas dedicados a este 'grupo etário': os geriatras e gerontólogos, que ocupam papel de destaque na formulação das novas formas de gestão da velhice. No entanto, a gerontologia parece ter problemas internos na sua formulação como campo de saber, que parecem comprometer sua consolidação como profissão e seu reconhecimento como disciplina científica. No presente artigo, procuramos chamar atenção para as dificuldades que a gerontologia encontra para delimitar seu campo e definir seu objeto. Sustentamos que tais dificuldades parecem derivar de uma questão central, que é a impossibilidade de serem delimitadas as fronteiras entre o normal e o patológico, na velhice. Por fim, analisamos a questão sob um ponto de vista histórico, à luz do processo de constituição do saber médico sobre o envelhecimento.

PALAVRA-CHAVE: velhice, gerontologia crítica, história da velhice, antropologia do envelhecimento, geriatria, história da medicina.

 

GROISMAN, D.: 'Old age, normality versus pathology'. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, vol. 9 (1):61-78, Jan.-Apr. 2002.

Since life expectancy of Brazilian population increased and aging was considered a "social problem", there has been a boom of specialists in old age. Gerontologists and geriatricians are now playing a relevant role in setting new trends to the management of issues related to old age. However, gerontology as a field of knowledge seems to have internal questions that apparently hinder its professional consolidation and its scientific recognition. In this article, the author focus the difficulties gerontology has in order to delimitate its field of action and to define the object of its studies. The author argues that such difficulties derive from a central point: the impossibility to delimitate the frontiers between what is normal and what is pathological in old age. He also analyzes the constitution of medical knowledge on aging in a historical perspective.

KEYWORDS: old age, gerontology, history of old age, anthropology of aging.

 

 

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-59702002000100004&script=sci_arttext&tlng=es

 

 

 


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