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Gravidez/Parto/Obstetrícia

Enjoo e gravidez

02/12/2008

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ESTOU GRÁVIDA E NÃO PARO DE ENJOAR. ISSO É NORMAL?

Início de gravidez é uma festa para muitos. Parabéns, flores do companheiro, da família, dos amigos; muitos sonhos, preparativos, e o dia a dia... E o dia a dia? O dia a dia é o trabalho de casa, os outros filhos, o emprego, os passeios, as coisas e, muitas vezes, um enjôo pequeno ou um enjôo mais ou menos, ou um grande enjôo; na verdade um enorme enjôo... O mundo passa a ser um estômago mareado e o maior sonho de consumo é dispor de um banheiro limpinho (não cheirosinho porque tem gente que enjoa dos perfumes, todos eles). Convenhamos, vomitar no ônibus, trem, carro, na rua, não tem o menor glamour, ficar em casa não resolve (tem o cheiro do café), no trabalho pode dar encrenca, deixar de cuidar dos filhos e ficar deitada é impossível, portanto... Portanto, tenha paciência e carinho com você mesma, peça ajuda ao seu médico, no consultório e serviço pré-natal que está freqüentando, e anime-se: pelo menos quando o bebê nascer, isto passa! As causas Nos três primeiros meses de gravidez, aproximadamente metade das mulheres apresentam náuseas e vômitos, que geralmente desaparecem nos meses seguintes. Os vômitos são comuns nas primeiras 14 a 16 semanas de gestação. Podem ser causados por distúrbios de apetite e por aversão muito grande à comida, variando de náuseas pela manhã a vômitos ocasionais. Quando acontecem após o quarto mês, os enjôos são denominados de tardios e podem ser provocados por fatores mecânicos, como o aumento do útero, que comprime o estômago e conseqüentemente leva ao vômito. Várias teorias tentam explicar o porquê dos vômitos. Sabe-se que as náuseas são maiores e mais freqüentes em gestações múltiplas (gêmeos, trigêmeos), em gestações de meninas e na primeira gravidez de mulheres brancas. Alguns fatores também são apontados como desencadeantes do distúrbio, como o aumento dos hormônios - principalmente da gravidez e da tireóide - inversão dos movimentos peristálticos (contrações) do intestino e do estômago, deficiência matinal de açúcar no sangue (hipoglicemia), aumento da acidez no estômago, e alterações psicológicas e emocionais. Livre-se do enjôo Incômodo é desagradável. Só quem passa pela situação de enjoar todo o tempo sabe o quanto é ruim ter de sair correndo para não vomitar diante dos outros. Uma das formas de tratar o problema é evitar longos períodos de jejum, diminuindo o intervalo entre as refeições para duas a três horas. A comida deve ser em pequena quantidade. Dê preferência aos alimentos sólidos e secos, ricos em carboidratos (macarrão, massas e batata) e pobres em gorduras. As medicações são indicadas nos casos de vômitos repetidos, mas só devem ser tomadas com prescrição médica. Jamais tome remédios sem orientação adequada. Antiácidos, inibidores do vômito (antieméticos) e sedativos são os medicamentos mais utilizados. Muito importante: o tratamento psicológico com psicoterapia é comprovadamente eficaz para evidenciar fatores emocionais que provocam os vômitos e diminuir o estresse. Hiperemese gravídica Bastante rara, a hiperemese gravídica é responsável por quadros de desnutrição e desidratação e ocorre quando a grávida tem vômitos incontroláveis. Nos casos graves, as gestantes devem ser internadas para acompanhamento e tratamento mais intensivos, pois se não forem tratadas adequadamente, tanto a mãe quanto o bebê podem sofrer graves conseqüências. Mas não é preciso se apavorar, a forma grave de hiperêmese gravídica não é freqüente, e com o correto diagnóstico é possível evitar suas complicações. O importante é você não deixar de fazer o pré-natal e seguir corretamente as recomendações do seu médico.


Fonte retirada: medcenter.com

Fonte:

http://www.hsvp.com.br/scripts/click_gravida_cod.php3?codigo=100001

 

 


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