- A Salsa
Esta página já teve 132.576.471 acessos - desde 16 maio de 2003. Média de 24.698 acessos diários
home | entre em contato
 

Nutrologia/Alimentos/Nutrição

A Salsa

05/01/2009

 

 

 

 

A salsa (Petroselinum sativum) conta-se entre as Umbelíferas.

Cumpre distinguir entre a salsa frisada e a de condimento. Da primeira, fazem-se várias sementeiras seguidas. Semeia-se à profundidade oportuna em carreiras, à distância entre si de 20 centímetros. O corte freqüente do talo das folhas, rente com o solo, aumenta a densidade da folhagem na planta. Consegue-se em grande quantidade quando se transplantam as raízes para sulcos especiais à distância de 30 centímetros.

Composição e Propriedades -- As sementes de salsa, de emprego sobretudo medicinal, contêm um óleo com terpenos e apiol e 20 % de óleo. As folhas e as raízes são também ricas em óleo essencial. O teor da salsa em apiol, além de um pequeno estímulo no processo digestivo e nas regras, produz considerável aumento na atividade dos rins, devido à dilatação dos vasos renais. Provavelmente, porém, também são excitadas as células renais, de modo direto.

Emprego Medicinal -- O consumo de salsa é, portanto, de utilidade sobretudo no inchaço hidropésico nas pernas, nas cavidades abdominais e torácicas e no pericárdio, como conseqüência de debilidade cardíaca e de alterações metabólicas, assim como por deficiência da função renal, quando não se apresenta processo inflamatório agudo. As sementes de salsa (tanto como as suas folhas e raízes) preparam-se como infusão de uma colher pequena para uma xícara de água, bebendo-se três xícaras por dia. Se não se produzir nenhum efeito diurético, é inútil aumentar a dose, pois poderia dar lugar a uma irritação dos rins.

0 suco de folhas de salsa é um meio excelente e totalmente inofensivo contra as picadas de insetos. Pode empregar-se até em criancinhas. Basta apanhar um punhado de folhas frescas de salsa e esfregar com elas as partes do corpo a descoberto. Mas não só protege das picadas, como também as cura, porque se lhe atribui um efeito antisséptico e de reação circulatória ao apiol que contém. Quando se ativa a circulação sanguínea, anula-se rapidamente a toxicidade do veneno do inseto.

Sete gramas de salsa ou 150 gramas de alface crua bastam para satisfazer as necessidades orgânicas diárias de vitamina C.

Como condimento, toda a dona de casa conhece perfeitamente a série de múltiplos empregos da salsa, na cozinha e na mesa.

 

 

Fonte:

 

http://www.geocities.com/projetoperiferia4/cspa2.htm

 

 

 

 

 


IMPORTANTE

  •  Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
  • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.
Publicado por: Dra. Shirley de Campos
versão para impressão

Desenvolvido por: Idelco Ltda.
© Copyright 2003 Dra. Shirley de Campos