Oftalmologia/Olhos - A conjuntivite
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Oftalmologia/Olhos

A conjuntivite

03/02/2009

CONJUNTIVITE

Um olho com conjuntivite viral
Um olho com conjuntivite viral

A conjuntivite é, como o próprio nome indica, uma inflamação da conjuntiva ocular, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a quinze dias e não costuma deixar seqüelas. É normalmente bastante contagiosa.

Causas

Quando a conjuntivite aparece depois do contato com um agente químico, ela é chamada de conjuntivite irritativa. Já aquele tipo causado por pó ou perfume recebe o nome de alérgica. As duas variações da doença provocam principalmente vermelhidão e coceira, e não são transmitidas por contato. Ela pode ser ainda viral ou bacteriana, em geral mais graves e podendo ser transmitidas por contato. As virais são as que mais freqüentemente são causas de epidemias.

A contaminação do olho com bactérias ou vírus, se dá por transmissão dos mesmos pelas mãos (por manipulação do olho), por toalhas, cosméticos (particularmente maquiagem para os olhos) ou uso prolongado de lentes de contato.

Os irritantes causadores de conjuntivite podem ser a poluição do ar, fumaça (cigarro), sabão, sabonetes, spray, maquiagens, cloro, produtos de limpeza, etc.

Alguns indivíduos apresentam conjuntivite alérgica (sazonal), devido à alergia, principalmente a pólen e perfumes em spray.

Sintomas

Caracteriza-se por uma hiperémia dos vasos sanguíneos da conjuntiva, prurido, sensação de desconforto e por vezes dor

Os principais sintomas da conjuntivite são:

Olhos vermelhos e lacrimejantes
Pálpebras inchadas
Sensação de areia ou de ciscos nos olhos
Secreção

Olho afetado pela conjuntivite
Olho afetado pela conjuntivite

Recomendações

Para prevenir o contágio tome as seguintes precauções:

Evitar aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes
Lavar com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microorganismos patogênicos
Não coçar os olhos
Aumentar a freqüência com que troca as toalhas do banheiro ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos
Trocar as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise
Não compartilhar o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza

Tratamento

Lavar os olhos e fazer compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença. Acima de tudo, não se automedicar. A indicação de qualquer remédio só pode ser feita por um médico. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.

Fonte: pt.wikipedia.org

CONJUNTIVITE

Conjuntivite é a inflamação da membrana transparente que reveste as pálpebras e o olho. Geralmente, é causada por uma infecção bacteriana ou viral, sendo extremamente contagiosa.

QUAIS OS SINTOMAS?

O primeiro sintoma ocorre no branco do olho, que fica rosado ou avermelhado. Também pode acontecer que seus olhos secretem uma substância amarelada, formando uma crosta durante a noite.

COMO TRATAR?

Se a infecção for bacteriana, pode ser que seu oftalmologista receite um colírio antibiótico. Caso contrário, talvez ele recomende compressas mornas para aliviar seus olhos, e lágrimas artificiais.

Fonte: www.bausch.com.br

CONJUNTIVITE

Conjuntivite é uma inflamação da parte interna da pálpebra e da parte branca do olho.

CAUSAS

Infecção Viral - A conjuntivite pode acompanhar resfriados ou doenças infantis como sarampo;

Infecção Bacteriana - Recém-nascidos até 3 dias de vida podem ser infectados com uma bactéria - o gonococco - presente no canal do parto durante o nascimento;

Irritação química, vento, pó, cigarro e outros tipos de poluentes ambientais;

Alergias causadas por cosméticos, polén ou outros alergenos;

Recém-nascidos de mães que estão com gonorréia (gonococco);

Más condições de higiene, etc.

POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES

Se não tratada adequadamente, a infecção conjuntival pode se disseminar atingindo a córnea e causando danos que podem ser permanentes no que se refere a visão da criança

POSSÍVEIS EVOLUÇÕES

A conjuntivite alérgica pode ser curada se o alergeno é removido. Porém pode recorrer.

Outras formas de conjuntivite são curáveis dentro de uma a duas semanas desde que adequadamente tratadas.

PREVENINDO COMPLICAÇÕES OU RECORÊNCIA

Seu filho deverá lavar as mãos várias vezes ao dia com sabonete e de preferência água morna;
Seu filho deverá evitar exposição de substâncias irritantes aos olhos;
Recém-nascidos ainda no hospital devem receber os cuidados necessários para evitar a contaminação com o gonococco - credeização

POSSÍVEIS EVOLUÇÕES

A conjuntivite alérgica pode ser curada se o alergeno é removido. Porém pode recorrer.

Outras formas de conjuntivite são curáveis dentro de uma a duas semanas desde que adequadamente tratadas.

SINAIS E SINTOMAS

Os seguintes sinais e/ou sintomas podem afetar um ou ambos os olhos:

Secreção clara, esverdeada ou amarelada;
Após a criança dormir, podem se formar crostas sobre os cílios que fazem com que as pálpebras se mantenham unidas;
Dor ocular;
Edema palpepral;
Sensibilidade aumentada ao brilho da luz - fotofobia;
Vermelhidão e sensação de areia nos olhos;
Intenso prurido (vontade de coçar) (somente nas conjuntivites alérgicas)

TRATAMENTO

Cuidados Domiciliares
Lavar as mãos da criança várias vezes ao dia com sabonete, e de preferência usar papel toalha para enxugar;
Evitar tocar os olhos;
Retirar gentilmente a secreção ocular dos olhos do seu filho, usando material descartável como gaze ou algodão, podemos utilizar a água boricada para limpeza ocular. Geralmente as infecções se disseminam por contaminação de unhas, toalhas, ou qualquer material que tenha tocado os olhos infectados;
Use compressas de água morna para reduzir o desconforto ocular;
Seu filho (a) não deverá usar qualquer tipo de pintura nos olhos.

Medicação

O pediatra do seu filho deverá ser consultado sobre a necessidade de se utilizar algum tipo de medicação. Ele poderá prescrever colírio(s) caso necessário.

Caso não ocorra uma melhora do quadro dentro de dois a três dias de tratamento, esta conjuntivite poderá estar sendo causada por uma bactéria insensível ao medicamento prescrito, por vírus ou ser uma conjuntivite alérgica. Neste momento pode ser necessário que o oftalmologista colha material (secreção ocular) para realização de cultura ou realizar uma avaliação especial para detectar a causa da conjuntivite.

Fonte: www.pfizer.com.br

Conjuntivite

O que é conjuntivite?

O termo "conjuntivite" refere-se a qualquer inflamação na conjuntiva do globo ocular (conjuntiva é uma membrana que reveste a esclera, porção branca dos olhos).

Quais os sintomas?

Quando acometida, os sintomas logo se manifestam através de prurido, ardor, vermelhidão, sensação de areia, borramento da visão e/ou secreção.

Qual a causa?

Existem inúmeros tipos de conjuntivites, sendo as mais comuns: a viral, a bacteriana, a química, a fúngica e a alérgica dentre outras.

Qual o melhor tratamento?

É imprescindível diagnosticar corretamente o tipo de conjuntivite e instituir prontamente o tratamento mais adequado para cada caso,. Além disso, cada paciente apresenta peculiaridades que podem interferir na escolha por uma ou outra medicação. É importante que o paciente não utilize qualquer tipo de colírio por conta própria para não mascarar o quadro , e assim dificultar ou retardar o diagnóstico. Aconselhamos apenas lavar bem os olhos com solução fisiológica 0,9% para aliviar os sintomas e procurar imediatamente um oftalmologista.

Conjuntivite "pega"?

A conjuntivite é uma infecção e, por isso, pode passar de uma pessoa para outra. Ao pegarmos um objeto que alguém com conjuntivite já tinha manipulado antes, podemos estar contraindo o germe causador e, ao levarmos a mão aos olhos, estaremos favorecendo o aparecimento de um quadro de conjuntivite.

Como prevenir?

Quanto à prevenção das conjuntivites, podemos dizer que resumem-se a medidas higiênicas basicamente: lavar bem e freqüentemente as mãos, não esfregar as mãos nos olhos, evitar contato e ambientes com pessoas infectadas. Não existe colírio preventivo!

Fonte: www.oftalmocenter.com.br

Conjuntivite

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, geralmente causada por vírus, por bactérias ou por uma alergia.

A conjuntiva pode ficar inflamada devido a uma reacção alérgica ao pó, ao bolor, ao pêlo animal ou ao pólen e pode ser irritada pela acção do vento, do pó, do fumo e de outros tipos de agentes que provocam poluição do ar. Também pode sofrer irritação devido a um resfriado comum ou a um ataque de sarampo. A luz ultravioleta de uma soldadura eléctrica de arco, de uma lâmpada solar ou até a intensa luz solar reflectida na neve podem irritar a conjuntiva.

Em certos casos, a conjuntivite pode durar meses ou anos. Este tipo de conjuntivite pode ser provocado por processos nos quais a pálpebra se vira para fora (ectrópio) ou para dentro (entrópio), por problemas com os canais lacrimais, por sensibilidade a certos produtos químicos, por exposição a substâncias irritantes e por infecção causada por um microrganismo em especial (tipicamente a clamídia).

Sintomas e diagnóstico

Quando está irritada, a conjuntiva fica avermelhada pelo sangue e costuma aparecer uma secreção no olho. Na conjuntivite bacteriana, a secreção pode ser espessa e branca ou cremosa. Na conjuntivite viral ou alérgica, a secreção é em geral clara. A pálpebra pode inchar e dar comichão intensa, em especial em casos de conjuntivites alérgicas.

Normalmente, a conjuntivite é facilmente reconhecível porque costuma declarar-se juntamente com uma constipação ou uma alergia. No entanto, às vezes a conjuntivite assemelha-se a uma irite, uma inflamação ocular mais grave ou até a um glaucoma agudo (processos graves que podem provocar a perda da visão).

O médico geralmente pode diferenciar estas doenças. Nos processos oculares mais graves, os vasos sanguíneos mais próximos da parte colorida do olho (a íris) ficam inflamados. Apesar de a conjuntivite poder provocar uma sensação de queimadura, costuma ser menos dolorosa do que os processos mais graves. A conjuntivite quase nunca afecta a visão, a menos que a secreção cubra temporariamente a córnea.

Tratamento

O tratamento para a conjuntivite depende da sua causa. As pálpebras deverão ser lavadas suavemente com água da torneira e com um pano limpo para as manter limpas e livres de secreções. Se a causa for uma infecção bacteriana, podem ser receitadas gotas ou uma pomada com antibiótico. Por vezes, o médico colhe uma pequena amostra da secreção com uma zaragatoa esterilizada, para a analisar num laboratório e depois prescrever o tratamento conforme os resultados da análise. As gotas oftálmicas com corticosteróides não são utilizadas juntamente com os antibióticos e nunca deverão ser utilizadas por um doente que possa ter uma infecção por herpes, porque os corticosteróides tendem a agravar esta infecção.

Os antibióticos não aliviam a conjuntivite alérgica ou viral. Os anti-histamínicos orais podem aliviar a comichão e a irritação. Se assim não for, as gotas com corticosteróides podem ser benéficas.

Como a conjuntivite infecciosa é muito contagiosa, o doente deverá lavar as mãos antes e depois de lavar o olho ou de aplicar a medicação. Além disso, deverá evitar tocar no olho são depois de tocar no olho infectado. As toalhas e os panos que se utilizarem para limpar o olho não deverão misturar-se com as outras toalhas e panos.

Por vezes é necessário recorrer à cirurgia para corrigir o alinhamento das pálpebras ou para abrir os canais lacrimais obstruídos.

Fonte: www.manualmerck.net

Conjuntivite

Conjuntivite viral é a inflamação produzida, na conjuntiva, por um virus.

A conjuntiva é uma membrana fina e normalmente transparente, que forra a parte branca da superfície anterior do olho (esclera) e também a face interna das pálpebras.

Quando inflamada, toma a cor vermelha e é um dos quadros clínicos conhecidos como "olho vermelho". Para confirmar o diagnóstico, temos que excluir outros, como ceratite, esclerite, uveite, glaucoma, corpo estranho etc.

O virus é um agente infeccioso de tamanho mínimo, que parasita células do organismo, se multiplicando no interior destas, destruindo-as e causando doença.

Qual a causa?

O causador desta conjuntivite pode ser um de cerca de 12 tipos de virus.

Os mais frequentes são o adenovirus e enterovirus, Este último, aliás, foi identificado em S. Paulo, no Instituto Adolfo Lutz, como o responsável pela epidemia deste ano.

Manifestações

O sofrimento começa com ligeira coceira no(s) olho(s).

Em pouco tempo, ou de um dia para o outro, o olho apresenta:

  • - vermelhidão difusa; alguns casos, até hemorragia
  • - lacrimejamento
  • - secreção mais espessa, tipo lágrima "grossa"
  • - pálpebras inchadas, com redução da abertura da fenda.

O cliente sente:

  • - coceira
  • - ardência
  • - sensação de areia ou de corpo estranho
  • - irritação
  • - fotofobia
  • - picadas
  • - algum embaçamento da visão.

Evolução

O período de incubação é de 4 a 7 dias.
Geralmente começa por um dos olhos e, com 3-4 dias, passa para o outro também.

A fase aguda dura de mais 7 a 10 dias (maior risco de passar para outras pessoas).

A vermelhidão pode ficar até 2 a 3 semanas (principalmente se houve hemorragia conjuntival)

O que fazer?

Em face de uma conjuntivite viral, o que fazer antes, durante e depois do ataque?

ANTES (tentando escapar do contágio):

  • - Evitar ambientes fechados e com muita gente: conduções lotadas, auditórios, escolas, certos ambientes de trabalho. O ar condicionado ajuda a disseminar a doença.
  • - Não ir a sauna, praia e piscina, neste período de epidemia.
  • - Retrair-se, nas habituais manifestações de sociabilidade, restringindo apertos de mão. abraços e beijos na face.
  • - Não tocar objetos pegados antes por portador da doença, como maçanetas, alças, bolsas, pacotes, teclados, caneta/lapis, copo, talheres etc. Se o fizer, lavar logo as mãos e não passá-las no próprio rosto, por algum tempo.
  • - Estes objetos também devem ser limpos, de preferência com álcool, se for possível.
  • - Lavar o rosto e as mãos com maior freqüência que o comum.

DURANTE (deu azar e pegou a conjuntivite):

  • - Seja solidário e evite propagar a doença, poupando outros de seu contato.
  • - Se tem horror à luz forte, usar óculos escuros.
  • - Não coçar os olhos com os dedos. Se sentir necessidade de fazê-lo, usar gazes esterilizadas ou lenços de papel e descartá-los imediatamente. Passar com delicadeza. Esfregar fortemente agrava a doença. Lavar as mãos, logo em seguida.
  • - Prefirir toalhas de papel. Se tiver que usar de pano, separar as suas. Não as compartilhar com ninguém.
  • - Separar seu travesseiro e trocar a fronha diáriamente.

- asais, preferir dormir separados, neste período

- Não compartilhar lentes de contato, óculos e maquilagem (se costuma usá-la).

- Separar seu sabonete (sólido ou líquido) e fazer uso exclusivo.

- Lavar o rosto com água da torneira, até pode; mas, nos olhos e em torno deles, preferir água fervida. Se as pálpebras amanhecerem coladas, deixar compressas de gaze húmida morna, sobre os olhos fechados, por 3-5 minutos, para amolecer a secreção e facilitar sua limpeza.

- Guardar uma parte da água fervida, na geladeira e fazer compressas geladas, com gaze esterilizada, sobre os olhos fechados, durante 5 minutos, 5 a 6 vezes ao dia. O frio diminue o desconforto, o edema e o prurido.

- Nos intervalos das compressas, se sentir falta, pode pingar, ou mesmo banhar os olhos, com soro fisiológico gelado.

- Habitualmente não há dor constante (mais para "picadas"). Se acontecer dor mesmo, não deixe de consultar um(a) oftalmologista. Podem melhorar com Paracetamol e até alguns antinflamatórios não-hormonais.

- Secreção amarelada e espessa, pode ser um indicador de contaminação bacteriana e um(a) oculista deve ser consultado(a) para receitar algum colírio com antibiótico.

- Os de casos mais brandos se sentem melhor usando colírio de lágrima artificial, várias vezes ao dia.

- Colírios mistos, com cortisona, devem ser evitados e só usados sob prescrição médica.

- Se aparecer uma falsa membrana, arranhando mais, deve ser retirada, quantas vezes surgir, pelo(a) oculista.

DEPOIS (avaliando os estragos)

- Mesmo tendo desaparecidos os sinais e sintomas, um(a) oculista deve ser visitado(a), principalmente se foi usado colírio com corticoide. Procurar saber se a pressão intraocular está normal ou subiu um pouco. Costuma reverter espontaneamente, mas outros casos podem precisar de tratamento.

- Procurar saber como está a córnea. Alguns ficam com um certo infiltrado puntiforme (pontinhos esbranquiçados, na espessura dela), que embaça a visão. Pode ser tratado.

- Procurar ver se ficaram aderências cicatriciais, (muito raras) ligando o globo ocular às pálpebras, ao nível dos fundos-de-saco.. Principalmente, se houve pseudo-membrana na fase aguda e, mais ainda, se não foram logo retiradas. Estas aderências, nos caso mais graves, limitam os movimentos dos olhos e podem necessitar de tratamento.

Fonte: www.sboportal.org.br

Conjuntivite

Conjuntivite é o processo inflamatório da conjuntiva, uma fina membrana transparente que reveste o globo ocular (olho) e, fazendo uma dobra, reveste também a parte interna da pálpebra, como se fosse o "fundo de um saco".
Existem três tipos de conjuntivite: a alérgica, a infecciosa e a causada por fatores externos.

Conjuntivite alérgica

A conjuntivite alérgica está ligada aos fatores que provocam alergia em determinadas pessoas.

Conjuntivite Infecciosa

É causada por vírus, bactérias e fungos. Esse tipo de conjuntivite leva aproximadamente 15 dias para se curar. Inicia-se em um olho e normalmente passa para o outro. A transmissão acontece principalmente através de objetos contaminados (toalhas, travesseiros etc). É preciso ter cuidado especial com a lavagem das mãos. O ambiente fechado é bem propício para a propagação.

Conjuntivite causada por fatores externos
Provocada por elementos tóxicos, como substâncias químicas, cloro, fumaça

Sintomas

Olhos vermelhos e lacrimejantes, fotofobia (dor ao olhar para a luz), visão borrada, pálpebras inchadas, sensação de que há areia dentro dos olhos, secreção esbranquiçada e em pouca quantidade. Às vezes, acontece de as pálpebras estarem grudadas quando a pessoa acorda. Se perceber algum sintoma, procure seu oftalmologista.

Transmissão e duração

Piscinas não tratadas, lagos, água do mar, podem ser meios de transmissão, dependendo da contaminação da água; a secreção decorrente do processo inflamatório funciona como veículo para transmissão, por isso, esta costuma ser a fase mais propícia à transmissão. O tempo da conjuntivite varia, mas costuma durar até duas semanas nos casos simples; na conjuntivite provocada por bactérias, o tempo é muito variável.

Tratamento

O tratamento varia de acordo com a causa. Podem ser recomendados pomadas e colírios para acabar com a infecção, aliviar os sintomas da alergia e diminuir o desconforto, ou uma intervenção de antibiótico na conjuntivite causada por bactérias.

Fonte: bvsms.saude.gov.br

 

Fonte:

 

http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/conjuntevite/conjuntivite.php

 

 

 


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