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gastronomia

A Pérola do Oriente

14/03/2009
Líbano

 

O Líbano equivale a metade do tamanho do estado de Sergipe. Seu cardápio, porém, é um dos maiores do mundo. A culinária libanesa reúne tradições mediterrâneas, européias e orientais.

São comuns os legumes recheados, principalmente abobrinhas e beringelas. É também uma cozinha de muitas especiarias e temperos típicos. Pimenta-síria, snoobar (pinoli), zaáhtar, sumagre estão entre os ingredientes prediletos. São pratos perfumados, meticulosamente adornados por vegetais frescos, coalhada ou azeite.

Uma típica refeição libanesa começa com mezze, os aparetivos. O nome remete àquilo que é saboreado delicadamente com a ponta dos lábios. Os mezzes variam bastante, podendo ir de propostas mais simples --azeitonas, babaghannuj, pepinos em conserva, coalhada e pão árabe-- a outras bem mais elaboradas, numa sucessão interminável de opções, que se transformam numa completa refeição.

Quando se fala em cozinha libanesa é difícil não citar um prato de quibes quentinhos e crocantes ou no frescor de uma coalhada. Para um clássico quibe libanês, a preferida é a carne de cordeiro. Nem pensar em moê-la usando uma dessas máquinas que o progresso trouxe às cozinhas. Na melhor tradição da culinária do Líbano, a carne é trabalhada manualmente em uma espécie de pilão, para que qualquer resquício de aparas ou gordura seja eliminado.

Também tem destaque neste cardápio básico do Líbano a coalhada. Consumidas no café-da-manhã, as coalhadas são servidas frescas, secas ou cozidas, doces ou salgadas, mais ou menos pastosas. Usa-se tanto o leite de vaca, quanto o de cabra. As carnes de carneiro e cabrito são as mais freqüentes nas mesas do Líbano. Criados nas aldeias, eles são aproveitados integralmente por esta culinária --dos miolos às tripas, tudo acaba se transformando em algo saboroso.

Por mais que seja farta a refeição libanesa, é impossível --para não dizer uma descortesia-- recusar as sobremesas. Fartos em caldas e perfumes, os doces são aromatizados com almíscar e essência de flores que lhes emprestam um sabor inigualável. São, enfim, pequenas obras de arte.

 

Fonte:

 

http://cozinhapaisapais.folha.com.br/livros/28/

 


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