Ortopedia/Fisioterapia/Coluna/T.O. -
Esta página já teve 134.639.008 acessos - desde 16 maio de 2003. Média de 24.668 acessos diários
home | entre em contato
 

Ortopedia/Fisioterapia/Coluna/T.O.

Restauração do centro de rotação na artroplastia total do quadril minimamente invasiva

23/07/2009

Acta Ortopédica Brasileira

 

Resumo

VICENTE, José Ricardo Negreiros; CROCI, Alberto Tesconi  e  CAMARGO, Olavo Pires de. Restauração do centro de rotação na artroplastia total do quadril minimamente invasiva. Acta ortop. bras. [online]. 2009, vol.17, n.2, pp. 14-17. ISSN 1413-7852.  doi: 10.1590/S1413-78522009000200002.

OBJETIVO: Nosso objetivo foi avaliar a dificuldade de se obter uma restauração satisfatória do centro de rotação , assim como, um bom posicionamento acetabular, no acesso minimamente invasivo posterior nas artroplastias totais do quadril não cimentadas. METODOS: Realizamos um estudo não randomizado comparativo prospectivo, com 64 pacientes submetidos a artroplastia total do quadril com o acesso minimamente invasivo posterior, realizado por um único cirurgião. Todos os pacientes incluídos no estudo apresentavam migração superior e lateral do centro de rotação do quadril em comparação com o quadril contralateral.Os critérios de exclusão foram: fratura do colo femoral, quadris displásicos tipos 2,3 e 4 segundo a classificação de Crowe e osteoartrose do quadril contralateral. Entre os 64 pacientes, 39 apresentaram um planejamento acetabular radiográfico igual ou menor que 50mm e 25 pacientes igual ou maior que 52 mm. Consideramos bom resultado os seguintes quesitos: inclinação acetabular entre 35 e 50 graus, componente acetabular coincidente com a estimativa pré-operatória com contato nas três zonas de DeLee e Charnley, abaixamento e medialização do centro de rotação em relação as medidas pré-operatórias e uma discrepância final do membro menor que 10 mm. RESULTADOS: Uma melhor restauração do centro de rotação foi observada nos pacientes com componentes acetabulares iguais ou menores que 50, p=0.04. Devemos destacar duas situações de risco ao usarmos o acesso minimamente invasivo posterior: colocação do componente acetabular em posição vertical ou lateral devido a preparo e fresagem insuficientes do osso hospedeiro, com piora do contato do implante na zona 1 acetabular. CONCLUSÃO: Propomos em pacientes cujo acetábulo previsto seja igual ou maior que 52 mm, o uso de acessos cirúrgicos convencionais.

Palavras-chave : Artroplastia de quadril; Procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos; Humanos.

        · resumo em inglês     · texto em português | inglês     · pdf em português | inglês

 


IMPORTANTE

  •  Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
  • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.
Publicado por: Dra. Shirley de Campos
versão para impressão

Desenvolvido por: Idelco Ltda.
© Copyright 2003 Dra. Shirley de Campos