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Arte/Cultura/Diversão/Agenda

Corpos Estranhos, a terceira exposição do ciclo Mulheres artistas e a contemporaneidade

10/09/2009

Corpos Estranhos

Lisbeth Rebollo Gonçalves
Diretora do MAC

O Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP apresenta ao público Corpos Estranhos, a terceira exposição do ciclo Mulheres artistas e a contemporaneidade. Trata-se da materialização de um diálogo entre um conjunto de manifestações de mulheres artistas que estabelecem o corpo como espaço de debate para o contemporâneo. Em suas edições anteriores, o projeto das mostras, reunindo mulheres artistas de toda a América Latina, indicava sua vocação ao confrontar poéticas visuais em um espaço de negociação das diferenças. Como destaque para a concretização da presente exposição cabe citar a ampla parceria comprometida com a prática expositiva de temas da atualidade. O MAC recebeu o apoio significativo de instituições como a Sociedad Estatal para Acción Cultural Exterior, SEACEX, España, o Instituto Cervantes São Paulo e a Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP e ainda da Fundação Memorial da América Latina que recebeu a itinerância da mostra em sua galeria de exposições. Agradecemos a colaboração de todas as partes e temos, desta forma, a satisfação de propor uma aproximação com as poéticas visuais dessas lúcidas criadoras, em suas práticas de diálogo e formação crítica.

 

Cláudia Fazzolari
Curadora da exposição

O ambiente de ação da mostra Corpos Estranhos reúne poéticas visuais de mulheres artistas, envolvidas em uma interlocução onde o corpo se manifesta como agente de transformações fundamentais para a ética contemporânea. Em uma dimensão alterada pela perda de consciência da própria finitude, a vida do corpo permanece diretamente associada à lógica de imposições físicas e psíquicas em uma sociedade guiada pelo contexto do desempenho generalizado. Cabe recordar que a negação do corpo segue relacionada à constituição de invisibilidades que regulam os modos de ser e conviver em nosso tempo. Modos de convivência que são revistos — em crítica atenta ao corpo político — pelo viés que move e potencializa a mostra Corpos Estranhos, e intensifica, por meio do diálogo estético construído entre três mulheres artistas — Pilar Albarracín, Regina José Galindo e Laura Lima — a plena exposição de enunciados comprometidos com todas as incertezas de um corpo constituído em anatomia variável.

Regina José Galindo

Pilar Albarracín

Laura Lima

 

Fonte:

 

http://www.mac.usp.br/mac/templates/exposicoes/2009/corposestranhos2/corposestranhos2.asp

 

 


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