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Arte/Cultura/Diversão/Agenda

O Rei e Eu em São Paulo

25/02/2010

SINOPSE

Após os premiados sucessos de público e crítica My Fair Lady e West Side Story a Takla Produções prepara a sua mais grandiosa montagem de um musical: O Rei e Eu, de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II, a dupla mais genial da era de ouro do teatro musical americano, criadores de sucessos como South Pacific, A Noviça Rebelde,Carousel e Oklahoma!

O Rei e Eu conta a história do poderoso e carismático Rei do Sião, atual Tailândia, que tinha dezenas de esposas e mais de setenta filhos, e de Anna, professora inglesa contratada para ensinar inglês e um pouco da cultura ocidental aos príncipes e princesas. Charmosa e voluntariosa, Anna passa por sérias dificuldades com as diferenças entre a cultura inglesa e a oriental, mas mesmo assim impõe suas idéias e suas posições, e aprende a compreender e aceitar as cultura e as tradições siamesas, tornando-se parte desta imensa família real, com muito humor, amor, diálogos maravilhosos e um lindo clima de romance no ar, embalado por músicas deslumbrantes.

Baseado no romance original Anna e o Rei do Sião de Margareth Landon, que inspirou dois filmes, Anna e o Rei do Sião (1946, com Rex Harrisson e Irene Dunne) e Anna e o Rei (1999, com Jodie Foster), além da versão cinematografica do musical, que imortalizou Yul Brynner e foi vencedora de vários Oscar®, O Rei e Eu é um espetáculo para toda a família que conta com um elenco de mais de 60 atores, incluindo 15 crianças, 500 figurinos orientais e ocidentais e 10 cenários grandiosos.

A nossa montagem de O Rei e Eu é encenada a partir do original de Rodgers e Hammerstein, que estreiou na Broadway em 1951, com Yul Brynner e Gertrude Lawrence.

A HISTÓRIA DE ANNA LEONOWENS

Anna Leonowens (26 de novembro de 1831–19 de janeiro de 1915) foi uma escritora de viagens, educadora e ativista social britânica, conhecida por ter sido a professora das esposas e dos filhos de Mongkut, rei do Sião, e por ter sido co-fundadora do Nova Scotia College of Art and Design. As experiências de Leonowens no Sião foram romanceadas no livro de Margaret Landon, publicado em 1944, Anna e o Rei do Sião, e em vários filmes e mini-séries de televisão baseados no livro, e mais notavelmente no musical de sucesso de Rodgers e Hammerstein, O Rei e Eu, de 1951.

INÍCIO DE SUA VIDA E SUA FAMÍLIA

Anna Leonowens nasceu em Ahmadnagar, na índia, no dia 26 de novembro de 1831, e foi batizada como Anna Harriette Edwards. Ela era a segunda filha do Sargento Thomas Edwards do batalhão dos Sappers and Miners, que tinha sido marceneiro em Londres, e sua esposa anglo-indiana, Mary Anne Glasscott, filha de um tenente do Exército de Mumbai. Em um período posterior de sua vida, Leonowens afastou-se de sua família e passou a ocultar suas origem humilde ao escrever que tinha nascido na família Crawford, em Caernarfon, e atribuindo ao seu pai a patente de capitão. Ao agir assim, ela protegia não apenas a si mesma, mas também a seus filhos, que teriam maiores oportunidades se sua herança mestiça permanecesse desconhecida. Investigações não revelaram nenhum registro do seu nascimento em Caernarfon, notícia que caiu como uma bomba na cidade que há muito tempo a exaltava como uma de suas mais famosas nativas.

O pai de Leonowens morreu antes dela nascer, e sua mãe casou-se com um soldado irlandês, o Cabo Patrick Donohoe do corpo de Engenheiros, que foi posteriormente premiado com a Cruz da Rainha Victoria por sua coragem em Mumbai durante o episódio conhecido como o Motim Indiano. Em 1845 sua irmã de 15 anos de idade, Eliza Julia Edwards, casou-se com Edward John Pratt, um funcionário público britânico de 38 anos de idade que tinha servido na Marinha Indiana. Eliza e Edward tiveram um filho, Edward John Pratt, Jr., que em 1887, com sua esposa, Eliza Sarah Millard, teve um filho chamado William Henry Pratt, mais conhecido como a estrela do cinema Boris Karloff. Como Pratt Sr. também era anglo-indiano, Leonowens nunca aprovou o casamento de sua irmã, e seu afastamento da família foi tão completo que décadas mais tarde, quando um membro da família Pratt entrou em contato com ela, ela respondeu ameaçando se suicidar caso ele persistisse.

O relacionamento de Leonowens com seu padrasto Donohoe não era nada bom, e ela mais tarde o acusou de tê-la pressionado, como à sua irmã (de quem ela também se afastou), para que se casasse com um homem muito mais velho. Em 1847 a família foi para Aden, para onde Donohoe tinha sido transferido como supervisor assistente de obras públicas. Aqui Leonowens recebeu aulas do capelão residente e orientalista, o Rev. George Percy Badger, e sua esposa Maria, professora e missionária. Os Badgers reconheceram a aptidão daquela menina pelo estudo de línguas, e em 1849 a levaram como acompanhante em seu giro pelo Egito e Palestina.

CASAMENTO E VIUVEZ

No final de 1849 Anna Edwards retornou com sua família para a índia, onde se casou em Poona com sua paixão da infância, Thomas Leon Owens ou Leonowens (2 de maio de 1828 - 7 de maio de 1859) (um burocrata, e não o oficial do Exército de sua memória romântica), contra as objeções do seu padrasto e da sua mãe, com os quais ela rompeu todas as relações. O jovem casal zarpou primeiro para Perth, na costa ocidental da Austrália, onde Leonowens, naquela época denominada pelo seu nome do meio, Harriette, tentou abrir uma escola para jovens mulheres, e depois para Singapura e Penang, onde seu marido encontrou trabalho como gerente de hotel, para morrer logo depois de apoplexia, em 1859, aos 31 anos de idade, deixando Leonowens como uma empobrecida viúva. Thomas Leonowens foi enterrado no Cemitério Protestante de Penang. Dos seus quatro filhos, os dois mais velhos tinham morrido durante a infância. Para manter sua filha Avis e seu filho Louis, ainda vivos, Leonowens passou novamente a dar aulas, e abriu uma escola para os filhos dos oficiais britânicos que serviam em Singapura. Embora o empreendimento não tenha sido um sucesso financeiro, ele estabeleceu sua reputação como educadora.

GOVERNANTA REAL

Em 1862 Leonowens aceitou uma oferta feita pelo cônsul siamês em Singapura, Tan Kim Ching, para dar aulas às esposas e filhos de Mongkut, rei do Sião. O rei desejava proporcionar às suas 39 esposas e concubinas, e 82 filhos, uma educação ocidental moderna com base em fundamentos científicos e seculares, o que as outras esposas de missionários não tinham feito. Leonowens enviou sua filha Avis para a escola na Inglaterra, e levou seu filho Louis para Bangkok. Ela sucedeu a Dan Beach Bradley, uma missionária americana, como professora da corte siamesa.

Leonowens serviu na corte até 1867, um período de quase seis anos, primeiro como professora e posteriormente como secretária de línguas do rei. Embora seu cargo implicasse grande respeito e até mesmo um certo grau de influência política, ela não achava que os termos e condições do seu emprego lhe satisfizessem plenamente, e veio a ser considerada pelo próprio rei como uma ‘mulher difícil e mais difícil do que a maioria das pessoas’.

Em 1868 Leonowens estava na Inglaterra de licença para tratar de sua saúde, e vinha negociando seu retorno à corte sob condições melhores, quando Mongkut adoeceu e morreu. O rei citou Leonowens e seu filho em sua herança, embora jamais tenham recebido nada do que haviam herdado. O novo monarca, Chulalongkorn, com quinze anos de idade, que sucedeu o pai, enviou para Leonowens uma carta cordial agradecendo pelos seus serviços. Ele não a convidou para reassumir seu cargo, mas eles se corresponderem amigavelmente por muitos anos. Chulalongkorn implementou reformas para as quais sua antiga tutora reivindicou parte do crédito, incluindo a abolição da prática da prostração perante a figura do rei.

CARREIRA LITERÁRIA

Por volta de 1869 Leonowens estava em Nova York, e começou a colaborar com artigos sobre viagens para um jornal de Boston, Atlantic Monthly, incluindo A Favorita do Harém, resenhado pelo New York Times como ‘uma história de amor oriental, tendo aparentemente um grande fundo de verdade’. Ela reuniu seus artigos em dois volumes de memórias, começando com A Governanta Inglesa na Corte Siamesa (1870), que lhe conferiu fama imediata, mas também lhe custou acusações de sensacionalismo. Em seus escritos ela lança um olhar crítico sobre a vida na corte; o relato nem sempre é lisonjeiro, e se tornou objeto de controvérsia na Tailândia; ela também foi acusada de exagerar sua influência sobre o rei.

Leonowens foi feminista e em seus textos ela tendia a focar o que via como o status de sujeição das mulheres siamesas, incluindo aquelas seqüestradas para o Nang Harm, ou harém real. Ela enfatizava que embora Mongkut tivesse sido um governante com o olhar voltado para o futuro, tinha desejado preservar costumes tais como a prostração e a escravidão sexual que pareciam ser algo retrógrado e degradante. Seu romance seguinte, Romance do Harém (1873), incorpora contos baseados em fofocas de palácio, incluindo a alegada tortura e execução pelo rei de uma de suas concubinas, Tuptim; a estória não foi corroborada por fontes independentes e alguns críticos consideram que faz um retrato errôneo da figura do rei. A bisneta do rei, Princesa Vudhichalerm Vudhijaya (n. 21 de maio de 1934), declarou em uma entrevista em 2001 que: ‘O rei Mongkut passou 27 anos em um monastério antes de se tornar rei. Ele nunca teria ordenado uma execução. Não é o jeito budista de agir.’ Ela acrescentou que a mesma Tuptim foi sua avó e tinha se casado com Chulalongkorn. (Ele teve 36 esposas.)

Durante sua estada nos Estados Unidos Leonowens conseguiu também ganhar o tão necessário dinheiro, através de excursões de leituras abertas ao público. Em locais tais como a residência da Sra. Sylvanus Reed na Rua 53, em Nova York, durantes os cursos para os membros associados da Association Hall, ou sob os auspícios de entidades tais como a Long Island Historical Society, ela proferiu palestras sobre temas como Missões Cristãs em Terras Pagãs e O Império do Sião, e a Cidade das Mulheres Veladas. O jornal New York Times reportou que: ‘O objetivo da Sra. Leonowens é despertar um interesse, e reunir simpatias, em nome as obras de missionários, particularmente em sua relação com o destino das mulheres asiáticas.’[10] Ela associou-se aos círculos literários de Nova York e Boston e conheceu eminências locais do circuito de palestras, tais como Oliver Wendell Holmes, Henry Wadsworth Longfellow e Harriet Beecher Stowe, autora de A Cabana do Pai Tomás, um livro cuja mensagem anti-escravidão Leonowens já tinha levado à atenção do palácio real, pois disse ter influenciado a reforma da escravidão implementada no Sião por Chulalongkorn, um processo que ele tinha iniciado em 1868, e que terminaria com sua total abolição em 1915.

ÚLTIMOS ANOS DE SUA VIDA

Leonowens retomou sua carreira de professora e dava aulas diariamente das 9 ao meio dia durante o período escolar do outono na Berkeley School de Nova York, localizada em 252 Madison Avenue, Manhattan, começando no dia 5 de outubro de 1880; era uma nova escola preparatória para faculdades e escolas de ciência e sua presença foi anunciada na imprensa.

Leonowens visitou a Rússia e outros países europeus em 1881, e continuou a publicar artigos sobre viagens e livros. Fixou-se em Halifax, Nova Scotia, no Canadá, onde se envolveu novamente com a educação feminina, e foi membro das “suffragettes” (movimento que lutava pelo direito de voto feminino), e uma das fundadoras do Nova Scotia College of Art and Design. Dezenove anos depois, ela se mudou para Montreal, Quebec.

A filha de Leonowens, Avis, casou-se com Thomas Fyshe, um banqueiro escocês que deu fim aos problemas financeiros da família, enquanto seu filho Louis retornou ao Sião e se tornou oficial da cavalaria real siamesa. Ele casou-se com Caroline Knox, uma das filhas de Sir Thomas George Knox, o cônsul-geral britânico em Bangkok (1824–1887). Com o apoio de Chulalongkorn, Louis Leonowens fundou uma bem sucedida empresa comercial que ainda leva seu nome.

Anna Leonowens encontrou Chulalongkorn novamente quando este visitou Londres em 1897, trinta anos após ela ter deixado o Sião, e o rei aproveitou a oportunidade para expressar pessoalmente seus agradecimentos.

Anna Leonowens morreu no dia 19 de janeiro de 1915, aos 83 anos de idade. Ela foi enterrada no Cemitério Mount Royal, em Montreal.

ANNA LEONOWENS NA FICÇÃO E NO CINEMA

O romance de Margaret Landon, Anna e o Rei do Sião (1944) proporciona uma visão ficcional dos anos que Anna Leonowens passou na corte real, desenvolvendo o tema abolicionista que tanto ressoou entre seu público leitor americano. Em 1946 Talbot Jennings e Sally Benson adaptaram o livro para o roteiro de um filme dramático do mesmo nome, estrelando Irene Dunne e Rex Harrison. Em resposta, os autores Seni e Kukrit Pramoj escreveram seu próprio relato em 1948 e o enviaram para o político e diplomata americano Abbot Low Moffat (1901-1996), que baseou-se nele para escrever sua biografia Mongkut, O Rei do Sião (1961). Moffat doou o manuscrito dos irmãos Pramoj para a Biblioteca do Congresso americano em 1961.

Landon tinha, porém, criado a imagem icônica de Leonowens, e 'em meados do século 20 ela veio a personificar a excêntrica mulher viajante da era Vitoriana’. O romance foi adaptado por Rodgers e Hammerstein para uma comédia musical de grande sucesso, O Rei e Eu (1951), estrelando Gertrude Lawrence e Yul Brynner, que realizou 1.246 apresentações na Broadway. Em 1956 foi lançada uma versão em filme, com Deborah Kerr estrelando no papel de Leonowens. Reencenado muitas vezes nos palcos, o musical continua a ser um dos favoritos entre o público teatral. Porém, a irônica representação de Mongkut como um déspota que adora dançar polca foi condenada como desrespeitosa em Bangkok, onde o filme de Rodgers e Hammerstein foi banido pelo atual monarca, Bhumibol. O rei e sua entourage disseram que pelo que puderam perceber com base nas críticas escritas sobre o musical, o personagem de Mongkut parecia 90 por cento exagerado. ‘Meu bisavô era realmente um homem consideravelmente moderado e bom’.

Em 1972 o estúdio Twentieth Century Fox produziu uma adaptação em 13 partes para a televisão americana, para a CBS, com Samantha Eggar no papel de Leonowens e Brynner retomando seu papel de rei. Landon acusou os produtores de realizarem ‘representações imprecisas e mutiladas’ da sua obra literária e os processou sem sucesso por violação de direitos autorais. Em 1999 um versão animada do musical foi lançada pela Warner Bros. Animation. Naquele mesmo ano, Jodie Foster e Chow Yun-Fat estrelaram uma nova versão cinematográfica intitulada Anna e o Rei. Um crítico tailandês reclamou que os realizadores do filme tinham feito com que Mongkut ‘se parecesse com um cowboy’; essa versão também foi banida pelos censores na Tailândia.

RODGERS & HAMMERSTEIN

Após longas e distintas carreiras com outros colaboradores, Richard Rodgers (compositor) e Oscar Hammerstein II (libretista e letrista) juntaram forças para criar a mais considerável, sólida e bem-sucedida parceria no Teatro Musical Americano.

Antes de seu trabalho com Hammerstein, Richard Rodgers (1902 – 1979) colaborou com o letrista Lorenz Hart em uma série de comédias musicais que encheram de sagacidade e sofisticação centenas de platéias. Com criações na Broadway, em Londres e em Hollywood da década de 20 até o começo da década de 40, Rodgers & Hart escreveram mais de 40 shows e roteiros de filmes. Entre suas melhores obras estão On Your Toes, Babes in Arms, The Boys From Syracuse, I Married an Angel e Pal Joey.

Durante a mesma época Oscar Hammerstein II (1895-1960) trazia vida nova a uma já meio esquecida forma de arte: a opereta. Suas colaborações com proeminentes compositores como Rudolf Friml, Sigmund Romberg e Vincent Youmans resultaram em operetas clássicas como Desert Song, Rose-Marie e The New Moon. Com Jerome Kern, Hammerstein escreveu Show Boat, a opereta que em 1927 mudou o curso da história do teatro musical Americano. Seu último musical antes de embarcar na parceria exclusiva com Richard Rodgers foi Carmen Jones, o aclamado musical de 1943, que era uma versão “all-black” da ópera Carmen de Bizet.

Oklahoma!, o primeiro musical de Rodgers & Hammerstein, foi também o primeiro de um novo gênero, o teatro musical, que representava a fusão única da comédia musical de Rodgers e a opereta de Hammerstein. Oklahoma! foi um marco no desenvolvimento do teatro musical americano, e não marcou só o início dos musicais da Broadway, mas também o início da parceria de maior sucesso dos palcos até hoje. E esse sucesso foi seguido por muitos outros como Carousel, Allegro, South Pacific, The King and I, Me and Juliet, Pipe Dream, Flower Drum Song e The Sound of Music. Rodgers & Hammerstein escreveram também um musical especialmente para o cinema, State Fair, e outro exclusivamente para a televisão, Cinderella.

Juntos os musicais de Rodgers & Hammerstein ganharam 35 Tony Awards, 15 Academy Awards, 2 Pulitzer Prizes, 2 Grammy Awards e 2 Emmy Awards. Em 1998 Rodgers & Hammerstein foram citados pela Time Magazine e pela CBS News como dois dos mais influentes artistas do século 20 e em 1999 eles tiveram suas fotos estampadas em selos nos Estados Unidos.

Após a morte de Hammerstein em 1960, Rodgers continuou escrevendo para os palcos da Broadway. Seu primeiro solo, No Strings, ganhou 2 Tony Awards por música e letra, e foi seguido pelos sucessos de Do I Hear a Waltz?, Two by Two, Rex e I Remember Mama. Richard Rodgers morreu em 30 de dezembro 1979, menos de oito meses depois de seu último musical ter estreado na Broadway. Em março de 1990 o Broadway’s 46th Street Theatre foi rebatizado de The Richard Rodgers Theatre em sua homenagem.

Hoje, em pleno século XXI, o legado de Rodgers & Hammerstein, continua a florescer com o mesmo entuasiasmo que marcou seus Centenários, em 1995 e 2002 respectivamente.

Em 1995 o centenário de Hammerstein foi celebrado mundialmente, com livros, concertos e gravações comemorativas além de um prêmio PBS especial por “Some Enchanted Evening”. O último tributo veio na temporada seguinte, quando três de seus musicais estavam em cartaz na Broadway simultaneamente: Show Boat (Ganhador do 1995 Tony Award, de Melhor Revival de Musical); The King and I (Ganhador do 1996 Tony Award, de Melhor Revival de Musical); e State Fair (Indicado para o 1996 Tony Award de Best Score.)

Já em 2002 o centenário de Richard Rodgers também foi celebrado ao redor do mundo, com concertos de Tokio a Londres, do Hollywood Bowl à Casa Branca, que renderam seis especiais para a televisão, retrospectivas em museus, uma dúzia de ballets, meia dúzia de livros, novas gravações e incontáveis concertos e novas produções, incluindo três revivals simultâneos na Broadway, deixando como testamento a resistência de sua popularidade e o som de sua música.

 

FICHA TÉCNICA

Música

RICHARD RODGERS

 

Letras

OSCAR HAMMERSTEIN II

 

Baseado no romance original Anna e o Rei do Sião de

MARGARETH LANDON

 

Versão brasileira

CLAUDIO BOTELHO

 

Direção Geral

JORGE TAKLA

 

Direção Musical

MAESTRO JAMIL MALUF

 

Direção Associada

TÂNIA NARDINI

 

Assistente de Direção Musical e Regente

MAESTRINA VÂNIA PAJARES

 

Design de Figurinos

FÁBIO NAMATAME

 

Design de Cenários

DUDA ARRUK

 

Design de Luz

NEY BONFANTE

 

Design de Som

FERNANDO FORTES

 

Coreografia

TÂNIA NARDINI

(Baseada na coreografia original de JEROME ROBBINS)

 

Visagismo

DUDA MOLINOS

 

Assistente de Direção e Coreografia

SABRINA MIRABELLI

 

Direção de Arte

JULIANO SEGANTI

 

Marketing

CARLA SAGRETTI

 

Company Manager

CRIS FRAGA

 

Direção de Produção

PATRÍCIA PIRES

 

Direção Geral de Produção

NOÊMIA DUARTE

 

Stage Manager - RONALDO ZERO

Pianista Ensaiador - MARCOS ARAGONI

Assistente de Coreografia - JOSÉ RICARDO TOMASELLI

Assistente de Direção Infantil - CRISTIANE LONGHI (KIKI)

 

Produção de Figurinos - ELIANA LIU

Wig Master - FELICIANO SAN ROMAN

Assistentes de Figurinos - EDSON BRAGA e REBECCA BEOLCHI

Confecção de Figurinos - JUDITE DE LIMA

Responsável de Camarim - ELISA CONFORTO

 

Cenotecnica - DENNIS NASCIMENTO e JORGE FERREIRA

Assistente de Cenografia - PAULO CORRÊA

Assistente de Cenografia - CECÍLIA CABANÃS

Pintura de Arte - MARCOS SACHS

Aderecista e Pintura de Cenário - WILSON CASTRO

Contrarregra de Ensaio - ROBSON PATRÍCIO

 

Assistente de Produção - SINAI VARISANO

Assistente de Produção - JULIANO TRAMUJAS

Assistente de Produção - LUCY JERÔNIMO

 

Assistente Administrativo e Financeiro - HELOISA MOZART

Assistente Administrativo e Financeiro - CÁTIA RODRIGUES

Assessoria Jurídica - ALCEU CALIXTO

Assessoria Leis de Incentivo - MARIA EUGÊNIA MALAGODI

Assessoria Contábil - CONTÁBIL LAGO AZUL DE PINHEIROS

Assessoria Informática - DBNETSYS

Making Of - OTÁVIO JULIANO e LUCIANA FERRAZ - INTERFACE FILMES

Fotos - JAIRO GOLDFLUS e JOÃO CALDAS

 

Assessoria de Imprensa - EDITOR - EDISON PAES DE MELO

Karine Serezuella

karine@editorweb.com.br

11 3824-4200

www.editorweb.com.br

 

Realização

TAKLA PRODUÇÕES

 

O Rei e Eu é apresentado através de acordo especial com a R&H Theatricals: www.rhtheatricals.com-

 

Fonte:

 

http://www.oreieeu.com.br/ficha_tecnica

 

 

 


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