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Nutrologia/Alimentos/Nutrição

Probióticos

05/03/2010
Entre outros benefícios, eles diminuem a quantidade de bactérias patogênicas no intestino e aumentam o valor nutritivo dos alimentos.
Um dos princípios da saúde é a boa alimentação. E um dos nutrientes que contribuem bastante para o bom funcionamento do organismo são os probióticos , microorganismos vivos adicionados a alimentos como queijos, ricotas, leites e iogurtes fermentados.

Segundo a nutricionista Ana Maria Figueiredo Ramos, os probióticos aumentam de maneira significativa o valor nutritivo e terapêutico dos alimentos por incrementar os níveis de vitaminas do complexo B e de aminoácidos (1 e 2). E ajudam a melhorar a absorção de cálcio e ferro.

Além disso, colaboram com outros processos, como a redução das taxas de colesterol e triglicérides e o fortalecimento do sistema imunológico (por aumentar a produção de células protetoras). Eles facilitam a digestão da lactose, uma boa notícia para quem tem intolerância a este nutriente.

Os probióticos também protegem a mucosa intestinal metabolizando as fibras presentes e transformando-as em ácidos. "Assim, há uma diminuição na concentração de bactérias patogênicas, que provocam doenças e gases", afirma a nutricionista.

Como a manutenção do equilíbrio da flora intestinal é fundamental para o bom funcionamento do nosso organismo, os probióticos são indispensáveis. Por isso, a nutricionista recomenda que o consumo de alimentos com adição de probióticos seja feito todos os dias . "Assim, as chances de desenvolver patologias sérias intestinais diminuem".

É importante também não pular as refeições nem substituí-las por lanches. Recomenda-se fazer seis refeições diárias: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia.

"É fundamental manter uma dieta saudável, evitando consumir grandes quantidades de frituras, refrigerantes e sobremesas com cremes", recomenda a profissional de saúde.

Além disso, sempre é bom lembrar que a saúde depende de um conjunto de hábitos saudáveis que devem estar associados à alimentação equilibrada, como a prática regular de exercícios físicos, a correta ingestão de líquidos (em média, 2 litros de água por dia), a manutenção de horários fixos para as refeições, entre outros.

E fique ligado: para receber informações personalizadas e precisas a respeito de sua dieta, consulte um nutricionista .

*Dra. Ana Maria Figueiredo Ramos, nutricionista especialista em nutrição clínica, epilepsia refratária com a dieta cetogênica. Mestre do departamento de neurologia e neurociências (setor de neuropediatria), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e nutricionista chefe do Centro de Reabilitação da Universidade Bandeirante de São Paulo (UNIBAN).

Referência bibliográfica

1. GOMES, A.M.P., MALCATA, F.X. Agentes probióticos em alimentos: aspectos fisiológicos e terapêuticos, e aplicações tecnológicas. Bol. Biotecnol. Al., São Paulo, n. 64, p. 12-22, 1999.

2. GONZÁLEZ, S. Alimentos lácticos probióticos. In: LERAYER, A.L.S., SALVA, T.J.G., coords. Leites fermentados e bebidas lácteas. Campinas: ITAL, 1997. p. 10.1-10.6.
 
 
Fonte:

http://www.nestle.com.br/site/materias/nutricao/o_que_e_um_alimento_probiotico.aspx

 

 

 

 


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