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Câncer/Oncologia/Tumor

Mais sobre o câncer de estômago

05/05/2011

CÂNCER DE ESTÔMAGO

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INCIDÊNCIA O câncer gástrico, apesar do declínio evidente em alguns países como os Estados Unidos, ainda é muito frequente no Brasil, chegando a ser o tumor maligno de maior incidência, em homens, nas cidades de Belém e Fortaleza. Ele também é importante nas mulheres, correspondendo a cerca de 4,9% de todos os tumores femininos. São esperados 19.820 casos novos no Brasil em 1997.

MORTALIDADE Causou 10% das mortes por câncer no Brasil, em 1989 e 11,2% no Estado de São Paulo em 1996, onde é a segunda causa depois do pulmão. A estimativa para o Brasil em 1997 foi de 11.150 óbitos, o que significaria a segunda causa. Não obstante, tem-se verificado queda progressiva da mortalidade por câncer de estômago em São Paulo, cerca de 40% entre 1970 e 1992.

FATORES DE RISCO Os fatores causais sugeridos incluem: hábitos alimentares, como o consumo de alimentos muito salgados ou defumados, os quais conteriam ou propiciariam a formação de substâncias cancerígenas potenciais. Presença de uma bactéria (Helicobacter pylori) na mucosa do estômago.

SINAIS DE ALERTA Desconforto gástrico, dor vaga, anemia, perda de peso e falta de apetite. Quando estes sintomas ocorrem, na maioria das vezes, o tumor já está avançado. Procure um gastroenterologista diante de qualquer destes sinais.

DIAGNÓSTICO PRECOCE É possível, mesmo sem sintomas, através do exame direto por endoscopia (gastroscopia), principalmente em áreas ou países de alto risco, para detectar a fase inicial ou mesmo lesões pré-malignas. Em geral, os pacientes que já têm sintomas se apresentam com sinais da doença moderadamente avançada.

TRATAMENTO O único método eficaz de tratamento é a cirúrgia radical. A radioterapia e a quimioterapia podem auxiliar.

SOBREVIVÊNCIA A taxa de sobrevida global de cinco anos para todos os pacientes é de 10%. Nos casos de doença inicial que podem se submeter a uma ressecação potencialmente curativa esta taxa sobe para 40%.

ATENÇÃO! Evite alimentos defumados e não adicione mais sal à comida durante a refeição. Frutas e verduras frescas contém substâncias que podem proteger contra o câncer gástrico.

O câncer de estômago tem marcado declínio na incidência em vários países, porem no Brasil, o câncer de estômago é o de maior incidência nos homens e o terceiro nas mulheres e a primeira causa de óbito por câncer da população brasileira. Os principais fatores de risco apontados para o desenvolvimento do câncer de estômago são: ação de compostos químicos N-nitrosos, condições deficientes de preservação dos alimentos, alta ingesta de sal e infecção pelo Helicobacter pylori.

O RHC admitiu 439 casos de câncer de estômago de 1990 a 1996, sendo a sexta topografia mais freqüente.

A distribuição entre os sexos foi de aproximadamente 3:1, sendo 327 pacientes do sexo masculino e 112 pacientes do sexo feminino. O tumor de estômago foi mais diagnosticado em pacientes a partir da quinta década de vida, com raros casos abaixo dos 30 anos e acima dos 80 anos.

O tipo histológico mais encontrado foi o adenocarcinoma (95,4%), sendo observado 9 casos de linfoma gástrico e 3 de sarcomas.

Nenhum caso de doença in situ foi observado, 62,6% dos casos eram de estadios III e IV, 15,3% dos casos tinham doença inicial (I e II) e em 20,3% os tumores não eram estadiáveis.

Ao final da primeira fase de tratamento 63,6% dos pacientes estavam vivos, 23% foram a óbito e 13,4% dos casos foram perdidos de seguimento.

 

Fonte:

http://reivax.tripod.com/cancerpg4.htm

 

 


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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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