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Cidadania/Serviços

Usuário de plano de saúde não pode sair prejudicado

08/07/2011
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Cerca de 2 mil dos 18 mil médicos do Paraná estariam se descredenciando dos planos
 

“Os consumidores não podem, de forma alguma, ser lesados ou obrigados a pagar qualquer quantia que seja a mais para serem atendidos”, afirmou a coordenadora do Procon, Claudia Silvano. A orientação é para que, no caso de haver descredenciamento do médico da operadora do plano de saúde, o consumidor não aceite pagar nada além da mensalidade. “Até porque as operadoras dos planos de saúde não irão ressarcir os consumidores que pagarem consultas a médicos que não sejam da rede credenciada”, diz. Segundo levantamento preliminar, cerca de 2 mil dos 18 mil médicos que atuam no Paraná estariam se descredenciado ou em vias de.

Claudia afirmou que, independente da causa que motiva médicos e operadoras a essa “briga”, os consumidores não podem ser pressionados com cobranças de nada, além da mensalidade. “O contrato foi assinado com a operadora que deve manter a prestação de serviço com a mesma qualidade e atendimento prevista em contrato”, diz a coordenadora.
Na noite desta quarta-feira, em reunião extraordinária, médicos ligados ao Sindicato dos Médicos do Paraná (Simepar-PR), Conselho Regional de Medicina (CRM-PR) e a Associação Médica do Paraná do Paraná (AMB). A decisão foi pela ruptura com os planos de saúde, uma vez que as operadoras permanecem inertes nas tentativas de negociação para que haja correção dos valores pagos pelas consultas e outros procedimentos médicos.

Para o presidente da AMP,  José Fernando Macedo, a decisão é salutar: “A situação da manutenção dos consultórios já era crítica, os médicos aguentaram os últimos meses na esperança de que a negociação trouxesse bons resultados. Nós não podemos mais tolerar esse tipo de situação. Estamos há mais de 10 anos sem os reajustes devidos de nossos honorários, o que implica na diminuição da qualidade do atendimento aos nossos pacientes”.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) esclarece, encaminhou uma nota afirmando que o acesso aos serviços contratados pelo beneficiário deve ser garantido por sua operadora de plano de saúde; é vedada a cobrança de valores adicionais por consultas ou qualquer outra prestação de serviço que tenha cobertura obrigatória pelo plano contratado. Ainda caso algum prestador de serviço de saúde anuncie a cobrança de valores adicionais para o beneficiário, a operadora deve ser comunicada e oferecer alternativa de atendimento sem qualquer ônus.

A ANS informa ainda que os serviços de urgência/emergência (devidamente classificados por profissionais médicos) devem ser garantidos aos beneficiários, não havendo justificativa legal para a suspensão de atendimento nesses casos e para os para os atendimentos eletivos, as operadoras devem providenciar um novo agendamento das consultas, exames, internações ou quaisquer outros procedimentos com solicitação médica prévia, em tempo razoável, de forma a garantir a assistência à saúde de seus beneficiários consumidores.



Fonte: Portal Bem Paraná

 

Fonte:

http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=19068

 

 


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