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Obesidade:Adulto/Infantil/Bariátrica

Obesidade infantil leva a problemas psicológicos e de saúde. Veja dicas de prevenção e alimentação

19/03/2012
19/3/2012
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Equilibrar o que se come fora e dentro de casa é o segredo para evitar o ganho de peso
 

Você sabe o que o seu filho come fora de casa? Ter essa resposta é essencial para evitar um problema cada vez mais recorrente no Brasil: a obesidade infantil.

Uma em cada três crianças brasileiras, com idade entre cinco e nove anos, está com o peso acima do recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e pelo Ministério da Saúde. O índice de jovens de 10 a 19 anos com excesso de peso passou de 3,7%, em 1970, para 21,7%, em 2009; em dados da pesquisa mais recente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O excesso de peso e a obesidade em crianças está longe de ser um problema estético. É de saúde, e pode trazer doenças como pressão alta e diabetes, além de problemas mentais, segundo Maria Edna de Melo, endocrinologista da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica).

- Um dos principais problemas é o bullying, que deixa a criança inibida, estressada e mais ansiosa, o que a faz comer mais.

A obesidade na infância tende ainda ser mais grave do que no adulto por seu efeito cumulativo. Isto é, um adulto que já era obeso na infância corre mais risco de sofrer de infarto e de acidente vascular cerebral mais precocemente do que o que não tem o mesmo histórico, explica a endocrinologista.

A boa notícia é que, quando mais cedo for revertido o quadro, maior é a garantia de que a criança será um adulto com peso normal.

- As crianças que foram obesas na primeira infância têm um risco menor de ser um adulto obeso do que se foi obeso na adolescência.

Como prevenir a obesidade infantil?

Por natureza, a criança perde muitas calorias, principalmente as bem pequenas que não ficam paradas um minuto. Mas o estilo de vida atual, cuja diversão eletrônica (computador, videogames, televisão) vem ocupando mais tempo do que as brincadeiras de rua, deixaram nossos pequenos mais sedentários. Soma-se a isso a violência, que impede justamente a liberdade nas esquinas.

Ao perceber esses hábitos na vida dos filhos, vale aos pais ficarem atentos à alimentação em casa e na escola – os locais onde elas ficam por mais tempo –para mantê-las saudáveis. Essa é a dica de Rosana Perim, gerente de nutrição do Hospital do Coração, de São Paulo.

- Os pais tem que tomar cuidado com o que oferece aos filhos. Evitar alimentos ricos em açúcar e gordura. Não que seja proibido, mas apresentado apenas ocasiões, como em festas.

Ela dá como exemplos trocar a bolacha, o bolo e o pão recheado por versões simples, salgados fritos por assados e evitar embutidos, como a salsicha, com frequência, já que ela é rica em gordura e sal.

Já para a criança que está acima do peso, a nutricionista indica aos pais investir na reeducação alimentar com ajuda do pediatra ou de um médico especializado em nutrição e incentivá-la a fazer alguma atividade física para gastar as calorias extras.

- Os pais têm que evitar, não comprar [comidas gordurosas] e explicar os benefícios dos alimentos.

Um outra dica a endocrinologista da Abeso é não deixar muita comida industrializada a vista dos pequenos, impedindo que a criança troque uma fruta por uma bolacha.

- Deixe frutas em locais de acesso em vez de alimentos industrializados. A criança vai acabar comendo o que está no campo de visão dela.



Fonte: Extra On Line

http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=20898

 


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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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