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Teen/Hebeatria/Adolescência/Jovem

Sexo oral: nele, também é preciso proteção

07/07/2003
 

 

 

Vocês estão sozinhos, namorando. O clima começa a esquentar, a esquentar, e pronto! No meio da empolgação, sexo oral. É muito prazeroso, gostoso e totalmente seguro, certo? Errado! Não é porque não vai haver penetração nesta relação sexual que a proteção deve ser deixada de lado. No sexo oral há contato da mucosa da boca com os fluidos do corpo, que podem conter vírus e bactérias (caso eles existam, é claro!). E aí, já viu!

O vírus da AIDS, assim como as doenças sexualmente transmissíveis, podem "passar" facilmente por esses fluidos. Mas o que fazer para se proteger? A resposta, é claro, está na camisinha. Fácil, mas muitos se esquecem ou até desencanam de usar.

E não pode ser assim. Para que a relação seja tranqüila e madura, tem que haver muito diálogo e compreensão. Assim, o casal pode entrar em um acordo, tendo sempre certeza e consciência de que a proteção é imprescindível!

E qual a melhor maneira de se proteger?

Para a garota praticar sexo oral no namorado (ou rolo, caso, amigo, tanto faz!) é muito simples. Com a camisinha corretamente colocada, não há perigo, problemas, encanações ou traumas. Afinal, o pênis está todo coberto, e não há como haver a transmissão de qualquer bactéria ou vírus para a menina - mesmo que o garoto ejacule.

Já quando o garoto vai fazer sexo oral na menina, a proteção é um pouquinho mais complicada - mas nada absurdo, que justifique fazê-lo sem amparo! A própria camisinha usada nos meninos pode servir para este fim.

É muito simples adaptá-la. Basta uma tesoura, e olha que nem precisa ser artista para completar esse arranjo! E são só dois cortes: um no bico do preservativo e outro em sua extensão, para assim abri-lo.

Depois, é só cobrir a vagina da menina com cuidado, criando uma espécie de "capa protetora". Sem o contato direto da boca com os fluidos vaginais, não existe risco de se contrair doenças. É muito fácil, prático, higiênico e seguro!

E há ainda um outro jeito de "encapar" a vagina de sua namorada: o papel filme, aquele usado para proteger os alimentos, que sua mãe mesmo deve ter em casa, também pode ser usado. É só cortar do tamanho desejado, e pronto, diversão garantida!

E se ele - ou ela - não quiser?

Uma relação amorosa saudável e madura deve ser baseada no compartilhamento e na compreensão. E, por isso mesmo, as pessoas devem ceder. No caso do sexo, não há como bobear.

Mesmo que seu parceiro - ou parceira - resista ao uso da camisinha (seja no sexo vaginal, oral ou anal), não vacile! Converse, explicando a importância dessa proteção, e o quanto ela ajuda a tornar a relação mais "leve" e livre dos medos e neuras.

Entender e aceitar é uma grande prova de amor. Além disso, dá para usar a camisinha como um estimulante, apimentando a relação. Ela não precisa ser uma obrigação chata, que interrompe o prazer. Lembre-se sempre disso, e divirta-se!



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Publicado por: Dra. Shirley de Campos
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