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Vitaminas – entendendo...

14/07/2003

As vitaminas são elementos indispensáveis para a vida, necessários em doses muito baixas, algumas delas, inclusivamente medidas em microgramas. Com a sua descoberta no princípio do século acreditou-se que, ao suprimir as carências vitamínicas induzidas por uma alimentação deficiente, a maioria dos problemas levantados pela alimentação seguida estariam resolvidos.

Porém, pouco tempo depois, constatou-se que só em casos muito raros é que as carências específicas de vitaminas surgiam isoladamente. Com efeito, o mais habitual é que surjam num contexto de insuficiência alimentar global de calorias e/ou proteínas, primeiro em termos quantitativos e, posteriormente, em termos qualitativos. A má-nutrição calórico-nitrogenada transformou-se, assim, na principal preocupação dos nutricionistas e responsáveis sanitários dos países e comunidades.

No início dos anos sessenta, observou-se um "boom" extraordinário de trabalhos referentes às vitaminas, tendo-se verificado a publicação de inúmeras obras sobre este tópico como, por exemplo, os livros da autoria de H. Thiers (1985), as investigações realizadas pela Roche (1958), o livro de R Lecoq (1959), a obra "Como receitar" de H.

Gounelle (1960) e o colóquio organizado na cidade francesa de Rennes pelo CNERNA, sob a presidência de Terroine.

Não obstante, as vitaminas foram relegadas para segundo plano de forma excessiva e inoportuna. Porém, hoje em dia, assiste-se, justamente, a um novo período de interesse renovado pelas vitaminas.

No decurso da última década realizaram-se diversos encontros, em diferentes ocasiões, de peritos em vitaminas, para a troca de novas idéias sobre a ação destas substâncias em circunstâncias fisiológicas específicas e, por outro lado, sobre a prevenção e terapêutica de diferentes doenças. Consequentemente, observou-se o desenvolvimento de novos projetos de investigação pelo mundo inteiro, com o objetivo de se obter um melhor conhecimento deste tema em particular.

Em encontros, como os realizados em Novembro de 1983 em Cartagena (Colômbia), em Agosto de 1986 em Innsbruck (Áustria) ou em Outubro de 1986 em Nova Iorque, entre outros, foram discutidos assuntos que vieram a ter um grande impacto sobre os nossos conhecimentos dos estados pré-deficitários, necessidades vitamínicas no ser humano, papel profiláctico nas doenças cardiovasculares e no cancro, necessidades vitamínicas durante a gravidez e lactação e, por outro lado, a sua utilidade possível enquanto agentes terapêuticos em diversas doenças.

As autoridades sanitárias devem ser estar cientes da importância dos estados de deficiência vitamínica subclínica na medida em que estes podem alterar funções tão diversas como, por exemplo, a capacidade laboral ou o sistema imunitário.

Na verdade, deveria ser possível implementar novos regimes dietéticos na medida em que a vida moderna, juntamente com os fatores ligados ao estilo de vida atual, como o tabaco e/ou álcool ou o tratamento com medicações crônicas, podem aumentar as necessidades vitamínicas.

 


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