Primeiros socorros/Emergência - Transporte De Acidentados
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Primeiros socorros/Emergência

Transporte De Acidentados

07/08/2003

 

Após o término do tratamento inicial, no local do acidente, a vítima deverá ser removida de sua posição original para uma maca, para então, ser transportada para um hospital e receber seu tratamento definitivo.

Exceto na presença de uma situação que represente perigo imediato tanto à vida da vítima quanto a do próprio socorrista, a manipulação do acidentado deverá ser ordenada e efetuada com calma, de modo a não lhe causar maiores lesões ou ainda, agravar as condições originais. Voluntários ou espectadores solicitados devem ser instruídos detalhadamente sobre o que deverão fazer antes da vítima ser manipulada e removida.

Se no local do acidente existirem várias vítimas, o socorrista deverá solicitar auxílio imediatamente. Como em geral, no local do acidente, não temos condições de diagnóstico preciso, devemos sempre transportar as vítimas sobre macas rígidas, tomando o cuidado de imobilizar a coluna e as demais fraturas existentes e ainda, fazer reavaliações periódicas das condições vitais, durante todo o transporte.

É compreensível que nos acidentados que tenham somente lesões leves (queda com fratura do braço, por exemplo), o transporte não precisará ser desta forma.

As vítimas que estiverem em locais de risco iminente (incêndio com risco de explosão, veículo a beira de um penhasco, ambiente tomado por fumaça, etc) deverão ser removidas imediatamente pelo método da chave de Rauteck, onde o socorro é realizado, puxando-se a vítima para fora do local de risco e deslizando-a até um local seguro. Esta manobra, apesar de perigosa, constitui-se de um mal menor, destinado a pôr o ferido fora de perigo e evitar que se agrave o seu estado.

É fundamental que os princípios de segurança observados na proteção da vítima, sejam também considerados na segurança individual dos socorristas e demais pessoas que estejam na áreas do acidente.

O posicionamento da vítima sobre a maca rígida é feito através da técnica de rolamento (90 graus), com o auxílio de no mínimo três pessoas.

A vítima é rolada em monobloco para uma posição lateral, a maca rígida é posicionada ao seu lado e a vítima é rolada novamente para cima dela. O socorrista líder deverá posicionar-se ao nível da cabeça da vítima e os demais socorristas ao lado do ferido, que permanecerá todo o tempo com a cabeça e coluna alinhadas.

As macas rígidas, também chamadas tábuas de suporte, são muito úteis no transporte de vítimas e serviços de salvamento e resgate. A maca rígida curta mede 45 centímetros de largura e 70 centímetros de comprimento. A maca longa mede 45 centímetros de largura e 180 centímetros de comprimento, com dois trilhos finos na superfície inferior que são essenciais para suspendê-la com facilidade.

A maca rígida curta é usada sobretudo para a imobilização de vítimas que encontram-se sentadas, já o modelo longo é excelente para qualquer tipo de vítima, em especial aquelas que apresentam lesão ou suspeita de lesão na coluna, ou ainda que necessitem de ressuscitação cardiopulmonar. Cada maca rígida deve possuir tirantes próprios de 5 por 185 centímetros, que amarram a vítima através de fivelas auto-aderentes ou do tipo engate-rápido.

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