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Vacinação para adolescentes

29/09/2003
Atualização - Vacinação para adolescentes

http://www.cdc.gov/mmwr/pdf/wk/mm5204-Immunization.pdf

Podemos dizer que a adolescência é o terceiro momento mais importante da vida para vacinar-se.
O primeiro período está entre o nascimento e o segundo ano de vida, é quando se recebe o maior número de doses de vacinas. O segundo período é o de ingresso escolar (5 a 7 anos) e o terceiro é a adolescência, onde é necessário fazer os reforços das vacinas, completar os esquemas para gerar proteção durante a idade adulta .

Os programas de vacinação direcionados aos lactantes e crianças, têm diminuído a incidência de doenças prevenidas por vacinas. Sem dúvida, os adolescentes e adultos, acabam sendo afetados por doenças preveníveis devido à falta de implementação de estratégias de alto impacto. Por este motivo, importantes órgãos internacionais como a Associação Médica Americana (AMA), a Academia Americana de Pediatria (AAP), a Academia Americana de Médicos de Família (AAFP) e o Comitê de Práticas em Imunizações (ACIP), fazem recomendações para melhorar as coberturas vacinais, estimulando o adolescente a visitar rotineiramente o médico e assim criar a oportunidade de :

  1. Atualizar as vacinas dos adolescentes que não receberam previamente doses de vacina contra varicela, hepatite B e segunda dose de Tríplice Viral;
  2. Administrar reforço de vacina contra Tétano de Difteria;
  3. Administrar as vacinas que são recomendadas para pacientes com doenças de base;
  4. Oferecer outras recomendações preventivas, principalmente relacionadas com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, vícios em drogas; a visita deve também ser utilizada para diagnosticar condições médicas de base, distúrbios de aprendizado ou emocionais que requerem atenção.

Mesmo assim, o aumento da cobertura vacinal está relacionado com a possível flexibilidade dos calendários vacinais, a administração simultânea das vacinas e a implementação de programas de imunização nas escolas, os quais são muito úteis no manejo não só do calendário mas também dos intervalos mínimos entre as vacinas para que se possa completar os esquemas vacinais (Tabela1).

Tabela 1- Atualização do calendário vacinal para crianças de 11 a 18 anos.

Intervalo mínimos entre as doses
Entre a primeira e a segunda Entre a segunda e a terceira Entre a terceira e o reforço
dT 4 semanas dT 6 meses dT
6 meses se a 1° dose foi administrada antes dos 12 meses ; atualmente é menor de 11 anos.
5 anos se a 1° dose foi administrada a partir dos 12 meses e a 3° dose foi dada antes dos 7 anos; atualmente é maior que 11 anos.
10 anos se a 3° dose foi dada antes dos 7 anos
IPV 4 semanas IPV 4 semanas IPV
Hepatite B 4 semanas Hepatite B 8 semanas
(e 16 semanas após a 1°dose)
Tríplice viral 4 semanas

Toxóide tetânico: Para crianças de 7 a 10 anos, o intervalo entre a 3° dose e o reforço é determinado pela idade em que foi administrada a primeira dose. Para adolescentes entre 11 e 18 anos, o intervalo é determinado pela idade em que foi administrada a 3° dose..
IPV (Vacina contra pólio inativada): Vacina geralmente não é recomendada para pessoas maiores de 18 anos.

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