Vitaminas e antioxidantes -
Esta página já teve 132.508.195 acessos - desde 16 maio de 2003. Média de 24.703 acessos diários
home | entre em contato
 

Vitaminas e antioxidantes

Deficiência de Vitamina D em adultos com Doença de Crohn

28/10/2003



 

A deficiência de vitamina D é um cofator patogênico e conhecido no aumento da osteopenia e osteoporose observada em pacientes com doença de Crohn.

Num artigo publicado recentemente no Canadian Journal of Gastroenterology, os autores objetivaram determinar a freqüência dos baixos níveis séricos de 25-hidroxi-vitamina D3 (25-OHD) e as alterações relacionadas à densidade mineral óssea num estudo de Coorte em adultos com doença de Crohn.

Os níveis de 25-OHD foram determinados em 242 pacientes com doença de Crohn vistos em dois centros de referência de doença inflamatória intestinal. A densidade mineral óssea foi avaliada através da medida de absorção do raio-x de dupla energia.

Dezenove (8%) pacientes apresentavam deficiência de vitamina D (25-OHD < 25 nmol/L) e 52 (22%) tinham insuficiência de vitamina D (25-OHD < 40 nmol/L). Os valores médios da escala de T (T-score) na espinha lombar, colo femoral, quadril e radio ultradistal nos grupos com baixos níveis de 25-OHD não diferiram do grupo com valores normais de 25-OHD. Os níveis séricos de fosfatase alcalina e hormônio paratireoidiano apresentavam-se mais elevados no grupo com baixos níveis de 25-OHD do que no grupo normal. A redução de folato das células sanguíneas vermelhas (RBC) foi fator preditor de baixos níveis de 25-OHD nos pacientes do sexo masculino, enquanto que o tabagismo, folato das células vermelhas (RBC) e o nível sérico de ferro foi fator preditor de baixos níveis de 25-OHD nas pacientes do sexo feminino. A taxa de deficiência de 25-OHD no inverno foi significantemente maior do que no verão (11.9% versus 2.8%, respectivamente).

Os autores concluíram que a deficiência de vitamina D em pacientes com doença de Crohn apresenta evidência bioquímica de doença óssea metabólica, sem diferenças detectáveis na densidade mineral óssea. A exposição solar, nutrição e tabagismo foram os preditores de deficiência de vitamina D neste Coorte de pacientes.

The frequency of vitamin D deficiency in adults with Crohn’s disease - Canadian Journal of Gastroenterology


 
 
ORIGINAL ARTICLE

August 2003, Volume 17, Number 8: 473-478

The frequency of vitamin D deficiency in adults with Crohn’s disease

JS Siffledeen, K Siminoski, H Steinhart, G Greenberg, RN Fedorak

BACKGROUND: Vitamin D deficiency is a putative, pathogenic cofactor in the increase in osteopenia and osteoporosis seen in patients with Crohn’s disease.

OBJECTIVE: To determine the frequency of low serum 25-hydroxy-vitamin D3 (25-OHD) levels and the associated alterations in bone mineral density in a cohort of adults with Crohn’s disease.

METHODS: 25-OHD levels were determined in 242 consecutive patients with Crohn’s disease seen in two tertiary inflammatory bowel disease referral centres. Bone mineral density was assessed by dual energy x-ray absorptiometry.

RESULTS: Nineteen (8%) patients exhibited vitamin D deficiency (25-OHD less than 25 nmol/L) and 52 (22%) patients exhibited vitamin D insufficiency (25-OHD less than 40 nmol/L). Mean T-scores at the lumbar spine, femoral neck, total hip and ultradistal radius in the group with low 25-OHD did not differ from those of the normal
25-OHD group. Serum alkaline phosphatase and parathyroid hormone levels were higher in the low 25-OHD group than in the normal group. Decreased red blood cell (RBC) folate predicted low 25-OHD in male patients, while smoking, RBC folate and serum iron predicted low 25-OHD in female patients. The rate of low 25-OHD deficiency in the winter was significantly higher than that in the summer (11.9% versus 2.8%, respectively).

CONCLUSION: Vitamin D-deficient Crohn’s disease patients exhibit biochemical evidence of metabolic bone disease, without detectable differences in bone mineral density. Sunlight exposure, nutrition and smoking status were predictors of vitamin D deficiency in this patient cohort.

Key Words: Bone mineral density; Crohn’s disease; Inflammatory bowel disease; Osteopenia; Osteoporosis; Vitamin D

 


Order Full Text-For a nominal fee order online and receive a copy of this article either by email, fax or mail

Pdf Format - Registered users can view the complete article in Pdf format. REGISTERED USERS LOGIN

REGISTER NOW!


Fréquence du déficit en vitamine D chez les adultes atteints de la maladie de Crohn

CONTEXTE : La carence en vitamine D est un cofacteur pathogène et généralement admis de la fréquence accrue de l’ostéopénie et de l’ostéoporose observées chez les patients atteints de la maladie de Crohn.

OBJECTIF : Déterminer la fréquence de faibles taux sanguins de
25-hydroxyvitamine D3 (25-OHD) et les modifications de la densité minérale osseuse qui y sont associées dans une cohorte d’adultes atteints de la maladie de Crohn.

MÉTHODE : Les taux de 25-OHD ont été mesurés chez 242 patients consécutifs, atteints de la maladie de Crohn, dans deux centres de soins tertiaires, spécialisés dans les maladies inflammatoires de l’intestin. La densité minérale de l’os a été évaluée au moyen de l’absorptiométrie double énergie à rayons X.

RÉSULTATS : Une carence en vitamine D (25-OHD < 25 nmol/l) a été décelée chez 19 patients (8 %) et une insuffisance en vitamine D (25-OHD < 40 nmol/l), chez 52 patients (22 %). Les scores T moyens mesurés au niveau de la colonne lombaire, au col du fémur, à la hanche et au radius ultradistal chez les patients présentant un faible taux de vitamine D ne différaient pas de ceux enregistrés chez les patients présentant un taux normal de vitamine D. Les taux sériques de phosphatase alcaline et de parathormone étaient plus élevés dans le groupe affichant de faibles valeurs de 25-OHD que dans le groupe normal. Une diminution de la concentration de folates dans les globules rouges (GRs) s’est avérée un prédicteur de faible taux de 25-OHD chez les hommes, tandis que, chez les femmes, ce sont le tabagisme, la concentration de folates dans les GR et le fer sérique. Le taux de déficit en vitamine D s’est montré significativement plus élevé en hiver qu’en été (11,9 % contre 2,8 % respectivement).

CONCLUSION : Les patients atteints de la maladie de Crohn qui présentent un déficit en vitamine D montrent des signes biochimiques d’ostéopathie métabolique mais pas de différences décelables de la densité minérale osseuse. L’exposition au soleil, l’alimentation et le tabagisme se sont révélés des prédicteurs de déficit en vitamine D dans la cohorte à
l’étude.

 


IMPORTANTE

  •  Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
  • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.
Publicado por: Dra. Shirley de Campos
versão para impressão

Desenvolvido por: Idelco Ltda.
© Copyright 2003 Dra. Shirley de Campos