Imunologia/Imunidade - Apoptose
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Imunologia/Imunidade

Apoptose

29/11/2003
 
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Alterações numa célula apoptótica (em verde à E.). Há condensação da cromatina na face interna da membrana nuclear formando crescentes; retração e fragmentação do citoplasma formando os corpos apoptóticos, que são englobados por células vizinhas. Estas podem ser do mesmo tipo da que sofreu apoptose, ou macrófagos.
Quebra do DNA de uma célula em apoptose se dá entre os nucleossomos (carretéis de histonas onde se enrola o DNA). Os fragmentos têm comprimentos múltiplos de um nucleossomo. Na eletroforese de DNA resulta um padrão em degraus. Na necrose (banda à E. ) o padrão é contínuo porque a fragmentação do DNA é casual e há fragmentos de qualquer comprimento. 
Condensação da cromatina na face interna da membrana nuclear formando crescentes em uma célula na fase inicial da apoptose.  Etapa mais avançada, em que a membrana nuclear forma evaginações contendo cromatina condensada. Isto depois dá origem aos corpos apoptóticos. 

Imagens de microscopia de varredura para mostrar o aspecto de células em apoptose. À E., célula normal com microvilosidades. À D., célula em apoptose, mostrando orifícios (crateras) na superfície celular. Estas teriam ligação com o retículo endoplasmático e levariam à perda de água do interior da célula para o meio externo. 
Células normais (N) e células em apoptose (setas).  Estas se fragmentam em glóbulos (corpos apoptóticos), que serão eliminados por outras células sem causar reação inflamatória. 

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